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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

For sale // vendo: Sapatilhas Converse Jack Purcell, 23 cm*, novas

Foi uma daquelas coisas que não antecipei bem na segunda gravidez, e que foi o repetir do crescimento do pézinho (de princesa) (passei, aquando da primeira gravidez, da Mia, do 36.5 para o 37, e deste para o 37.5 com o nascimento do Max). Nem é que o pé cresça necessariamente, só fica mais longo porque os ligamentos ficam mais flexíveis para que as ancas se alarguem e a pança se destaque.

Bem fotografadas e lindas são estas:


Fotografas por mim usando o iPad via Skype, com mamãe (em Portugal) segurando as ditas, são assim:


São da linha Jack Purcell da Converse (mais cara que a All Star). Lindas de morrer (ainda que não valham o sacrifício de andar com os pés apertados). Estão novas. Pormenor sobre os atacadores: vêm com dois pares, uns normais, brancos, os da foto acima, e uns de cetim, pretos. Os dois estão na caixa.

Estão aqui umas iguaizinhas (não neste tamanho) à venda no eBay, que é para terem uma noção dos preços ($89.99 + shipping) e já agora verem mais fotos lindas, que as acima estão uma lástima (sorry).

Vendo por €70, valor que já inclui portes (e não estou a fazer lucro, as putas foram mesmo caras). Também tenho em prateado e azul mas essas já estão usadas. E são lindas... e apertadas...

*Tamanho de referência: apesar de na etiqueta dizer que são tamanho 37.5, elas medem 23cm, o que corresponde ao tamanho 6.  É esquecer os tamanhos nos EUA ou UK e focar no tamanho em cm. Se as vossas sapatilhas Converse são do tamanho 23.5 ou 24 cm, é esquecer, sorry.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Inveja, uma definição

Se não tivesse sido eu a almoçar com esta vista e na companhia das minhas misses, confesso que teria inveja de quem o fez. E, se a não tivesse, devia.

Vista do 3.º andar da porta 33 de um qualquer prédio em Alfama,
21 de Julho, 2013

Não resisto a partilhar este pormenor absolutamente delicioso da tarde. A DNC fez um pedido, um único, queria tirar uma foto das nossas mãos como vê por aí. Havendo apenas 50% de mãos manicuradas (ai Rita, somos umas degeneradas!), aceitou-se tirar uma aos pés; ela ficou feliz e às outras duas penso que não doeu nada (a Izzie calou-se e deixou-se fotografar sem refilar muito, deve ser do modo férias, faz-lhe bem às neuroses). A amizade é isto mesmo, fazer feliz alguém quando nos custa tão pouco. E mesmo que custasse...

Post-it à séc. XXI, Alfa Pendular, Carruagem 4, Lugar 42, 21 de Julho, 2013

Gosto mesmo destas miúdas.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Crescer também é isto

Fazer as pazes com o coração mole que sou, a lamechas. Anos e anos a tentar lutar contra esta característica tão minha para baixar os braços tão cobardemente ao fim de umas míseras décadas. Talvez passe as próximas a tentar perceber se isto é uma boa coisa. E os próximos minutos a tentar perceber exactamente a que isto me refiro.

sábado, 31 de março de 2012

Das avós e das netas

Hoje, a minha cria chegou a casa nesta figura:

Néls rouge, 31 de Março, 2012

E vinha tão, mas tão, mas tão imensamente feliz...
Ai mamãe, que fizeste tu à minha menina!?

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Motivação para dias de frio #2

A culpa não é minha, amigos, afianço-vos que não é. A culpa, que por inércia e fadiga (estou acordada desde as três da manhã) não consigo atribuir à Troika, é da cara, não da revista, mas do livro da mesma, também há quem jocosamente lhe chame Fuças, ao site, mais uma vez não à revista, ou Feice, que também pode ser uma versão onomatopaica de um "faze favor feice a porta" da minha ex colega de apartamento que por cá vim avisar que o pouco que tinha em inteligência largamente compensava em vontade de ser e pretensão a saber estar e dizia "guce" em vez do mais italiano e a meu ver bem mais caro Gutchi, assim com maiúscula e tudo.
Ora não sendo minha a culpa, infelizmente também não o é o gingado, bem que eu gostaria, mas às vezes parece que tenho parafusos nas ancas que não as deixam rebolear assim com tanto saracote.
Hoje, para aquecer o dia e quiçá preparar um Carnaval, junto a um qualquer rio do nosso Portugal ou de parcela de território de nacionalidade mais criativa, aqui vos deixo uma lição de samba (são duas, até, sou alminha generosa).
Às misses, descubramos entao a gostosona que há em nós (ou a gaja com tendência para a comédia física). Aos misteres, público masculino deste estaminé, eu recomendo uns passinhos gingados também (tenho para mim que gajo bom de pé é bom de outras coisas também.)

Lição #1 (introdução quase indolor):


Lição #2 (para entusiastas):


P.S. Adoro um belo par de pernas.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Motivação para dias de frio

Em que a última coisa que apetece é ir ao ginásio e o que ia mesmo bem agora era um chocolate quente, uns scones de frutos silvestres, e um bom livro (à lareira ou não).


Agora com licença, vou ali só fazer quinhentos abdominais e já volto.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Coisas boas de se fazer anos em dois continentes #5

Uma rapariga vai almoçar com o seu mais que tudo e a sua mini mais que tudo. Uma rapariga pele uma Margarita. Afinal, já é hora de jantar em Portugal (ao meio dia local são oito da noite em Lisboa, e quem diz em Lisboa diz em Oliveira de Azeméis).
Claro que depois a dita rapariga vem para casa adormecer a dita Margarita, mas isso são outras conversas.
Tchim tchim.

domingo, 26 de junho de 2011

Porque hoje é Domingo, dicas de beauté da Maria Bê (eu e as rimas!)

Momento gaja big time.
Adoro écharpes, cachecóis, pashminas, tudo e mais alguma coisa que se enrole ao pescoço e faça quentinho, mas às vezes não sei bem como ajeitar a coisa, dar-lhe um ar mais coquette. Todavia help is on the way e aqui vos deixo vinte e cinco sugestões. As minhas preferidas são a Bunny Ear, a Waterfall, e a Magic Trick.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Chuac!

Há pouco, agorinha mesmo, fui dar uma olhadela às beldades que o Miguel Marujo teima em partilhar com o mundo (Deus o conserve e ao blog por muitos e muitos anos, pois que até a Este presta reverência).
Saudaram-me duas bocas carmim, dois pares de lábios carnudos que quase apetecem trincar. Saberão a maçã fuji ou a cereja, pergunto-me, enquanto aqueles olhos felinamente delineados me convidam ao devaneio. Nota-se que é uma fotografia pessoal. Talvez atrás da câmara esteja a mão da Adriana ou a mão da Sara, acho que nunca o saberei.
Aceitei o convite e deixei que a foto me levasse àquela manhã de 2005 na qual defendi a minha proposta de dissertação. Fui vestida de branco, camisa tipo oxford e calças cargo com muitos bolsos como eu gosto. Estava calor, afinal Maio na Carolina do Norte é já Verão. Levei um cinto de pele castanho fininho a condizer com as sandálias de salto alto, também castanhas -- mamãe ainda hoje as detesta, como aliás detesta todos os sapatos que por cá compro, excepção feita às sapatilhas (ténis para a Jonas!) Chuck Taylor, Jack Purcell, Puma... que não odeia pelo conforto que sabe proporcionarem aos meus pézinhos de princesa. Nos lábios um batom Clinique que comprei especialmente para esse dia. Era uma mistura de cor-de-rosa muito vivo e carmim, quase como o que as modelos usam na foto. Eu precisava de me sentir feminina, nem sei porquê.
Naquele dia de Maio, afianço-vos, na minha cabeça eu estava tal e qual as meninas. Qualquer uma delas. Linda. E de boca carmim.

Nota académica: A proposta foi aceite, a dissertação não foi nada do que propus, o júri gostou na mesma, e eu aprendi o secret Ph.D. handshake. Que não divulgo, naturalmente.