O umbigo da Luísa Beirão é tão feiinho!
Nada a fazer, sou parcial a um innie.
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Inveja, uma definição
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Maria Bê
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22:23
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Trincas
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Definições,
Gajas boas às vezes nuas,
Inveja
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Mudança de paradigma ou "eu também quero um ❤ blogosférico"
Nas minhas muitas incursões pela blogosfera que tanto podem demorar oito como oitenta minutos, é normal encontrar textos de meninas, senhoras, jovens ou nem por isso, que têm o melhor namorado, marido, companheiro, parceiro, amanteziú, enfim, o melhor seja o que for do mundo. Ah sim, porque tem de ser do mundo.
As ternuras são para todos os gostos: há ofertas de sapatos porque a moça disse gostar muito deles, há fins-de-semana em hotéis de charme, há jantares surpresa à luz das velas, há a observação de que aquele é o vestido usado no primeiro encontro/beijo/abraço/..., há a poesia deixada na almofada ao levantar, enfim, uma miríade de mimos cuja enumeração (mais) exaustiva nos deixaria ainda mais exaustos e quase diabéticos de tanto mel.
Ora há muitos anos, a nós meninas os contos de fadas falavam de príncipes que salvavam princesas das garras de madrastas ou irmãs enciumadas, falavam de caçadores corajosos que salvavam jovens encapuzadinhas de filiação política duvidosa das garras de lobos gulosos, falavam de princesas capazes de reconhecer um grão de ervilha debaixo de mil colchões para, no fim das contas, ir casar com o seu herói. Tenho p'ra mim que até a Caracolinhos Doirados, a tal que comeu a papa dos ursos, arranjou maneira de se casar com um príncipe, tão ou mais galhardo que os das outras misses.
Hoje o discurso é outro, e as mães e avós, ajudadas pelos pais e avôs, que a modernice entre outras coisas tratou de envolver mais o macho na educação/formação/estragação da prole, falam às meninas da importância da matemática e de cursos de engenharia, falam de independência, falam de viagens, falam que o mundo que as viu nascer não acaba quando muda a tabuleta da localidade, e que tabuletas há muitas, escritas em vários caracteres e em várias cores, há só que procurar. Às meninas já não se fala de príncipes senão para dizer que a gata borralheira tinha mais era de ter mandado as irmãs à fava, as gajas que limpassem por elas ou então contratassem um serviço de limpeza, que a lixívia faz mal aos pulmões e ainda por cima estraga as unhas.
Hoje o discurso é outro e a fonte também é outra. Vejamos... Deixados um bocado para trás os livros que contam histórias de amor (e quem ler a minha resposta a este repto, quando a houver, ficará a saber que eu nunca o fiz e me recuso terminantemente a fazê-lo), é na blogosfera que vou encontrando os meus novos heróis, os meus novos príncipes encantados, aqueles que oferecem jóias, sapatos, carteiras..., que preparam pequenos-almoços, almoços, brunches..., que à socapa organizam fins-de-semana, piqueniques, vacances,... Aqueles que são o "melhor namorado do mundo, o meu", o "melhor marido do mundo, o meu", o "melhor companheiro do mundo, o meu", "o melhor amigo do mundo, o meu", o "amanteziú mais competente na cama do mundo, o meu" e por aí fora.
Eu também quero um amor blogosférico. Onde me inscrevo?
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Maria Bê
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7
Trincas
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É o amor(e),
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Ocorreu-se-me
quinta-feira, 31 de março de 2011
Descobre a Deborah que há em ti
A Kate veio visitar-me, isso já sabeis, que eu publicitei a chegada que foi um mimo.
Todavia o que não sabeis é que a Kate é fã, fã, fã de novelas brasileiras, e é vê-la contente, ora com seu IPhone, ora com seu IPad -- não tens de quê Apple! -- a ver episódio atrás de episódio no youtube.
Pois desta feita a Kate trouxe com ela, entre embalagens de Cerelac, farinha-de-pau, e chá de funcho, a novela Insensato Coração.
E na novela há, entre moços e mocinhas, entre bonzinhos e vilões, há, valha-me Deus, aquela deusa que está a Deborah Secco.
Até eu, meus amigos, até eu quaise lambi as beiçolas de olhar para aquele mulherão. Aquilo é alegria todo o dia, garanto-vos. Aquilo é boa disposição, é saúde, é bem-estar, é boa-forma... E como é boa...
Vai daí, disse à Kate que é desta que sai a Deborah que há em mim -- minus as mamas.
Ele vai ser tirar o rabo do sofá e correr! Ele vai ser dançar mais, cantar mais, caminhar mais... ele vai ser o escambau!
Tudo menos abdicar das bolachas, que uma gaja tem limites.
Adenda pouco interessante: Exige-me a Kate, a quem acabei de ler este post-em-vias-de-publicação, que desde já clarifique que só vê um episódio por dia. Um. Unzinho! Percebestes? U-M!!!!!!!!!!!!!!!!! E não é todos os dias!!!! -- acrescentou.
Ao que por minha vez acrescento: ainda bem, alguém tem de contribuir para o PIB!
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Maria Bê
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quarta-feira, 9 de março de 2011
O monstro de olhos verdes
| Samana, República Dominicana |
Os meus amigos estão aqui, e por cá ficarão uma semana, mais coisa menos coisa.
Eu estou tão cheia, mas tão cheia, mas mesmo tão cheia de inveja que vocês nem imaginam. Vim para aqui fazer a catarse em público a ver se vai embora. Até agora nada.
Nota: O monstro de olhos verdes não sou eu, é uma tradução da expressão "the green-eyed monster", cuja origem se atribui a Shakespeare, no Mercador de Veneza, em 1956, e que significa inveja.
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Maria Bê
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10:59
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