Marido está "fora on business", vai fazer uma apresentação em Harvard. Não sei qual dos dois me deixa mais contente, se a quietude, se a Ivy.
Psssssssssst, psssssssst, não é que não goste dele, o rapaz até é bonito e apresenta-se bem, mas dá trabalho e de vez em quando opina muito. Às vezes é bom tê-lo fora, até porque volta mais simpático e fofinho (olha, usei a palavra fofinho para descrever o Monsieur Bolacha, o mundo está perdido e ninguém me avisou!).
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Eu armada em mete nojo é assim
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Maria Bê
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Trincas
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Marido serve para,
Orgulho familiar
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Ceci (ainda) est un post natalício #6
Ainda pensei chamar a este texto "As coisas que só acontecem aos outros, uma definição".
E depois pensei começá-lo definindo a palavra "outros", que é o plural do determinante e pronome indefinido "outro" que significa, por exemplo, não este, diferente, ou mais um.
Começaria portanto o tal texto com uma definição de "outro" e, mais ou menos rapidamente, decerto menos pois que sou dada ao raciocínio tortuoso e à escrita circular, ser curta e grossa é característica que não me pode ser apontada, terminaria com um "eu hoje sou os outros" ou alguma expressão de idêntico sentido todavia mais polida.
Mas não.
Insatisfeita com o pouco número de textos que tenho escrito ultimamente e achando que a minha rubrica natalícia está seriamente depauperada, continuo na série que comecei no dia 23, véspera da véspera do dia que foi ontem e portanto hoje é o dia a seguir.
Confesso desde já que ainda não tive tempo de passear pelos meus jardins suspensos da blogosfera e não sei se é de bom tom vir para aqui falar dos presentes que o Menino Jesus ou o Pai Natal ou entes queridos ou o próprio deixou no sapatinho ou na árvore de Natal ou na stocking ou no parapeito da janela.
E como não sei vou falar dos meus. Ou de um meu em particular.
Vamos então ao texto que de certo modo se poderia ter chamado "As coisas que só acontecem aos outros, uma definição" e que eu decidi continuar, sem desprestígio para o dito, na rubrica nataleira.
Mito urbano blogosférico: marido oferece a sua (amantíssima) senhora bilhete de espectáculo para o Le Rêve, em Las Vegas daí a dois dias. Voam dia 27 e regressam a 28. Já combinou com a mãe da própria baby sittar a cria de ambos.
Maria Bê, ao serviço da comunidade blogueira para provar que há mitos que são verdade.
E que há coisas que, só acontecendo aos outros, às vezes acontecem a nós.
Eu hoje sou "os outros".
Afinal até estava bem.
E depois pensei começá-lo definindo a palavra "outros", que é o plural do determinante e pronome indefinido "outro" que significa, por exemplo, não este, diferente, ou mais um.
Começaria portanto o tal texto com uma definição de "outro" e, mais ou menos rapidamente, decerto menos pois que sou dada ao raciocínio tortuoso e à escrita circular, ser curta e grossa é característica que não me pode ser apontada, terminaria com um "eu hoje sou os outros" ou alguma expressão de idêntico sentido todavia mais polida.
Mas não.
Insatisfeita com o pouco número de textos que tenho escrito ultimamente e achando que a minha rubrica natalícia está seriamente depauperada, continuo na série que comecei no dia 23, véspera da véspera do dia que foi ontem e portanto hoje é o dia a seguir.
Confesso desde já que ainda não tive tempo de passear pelos meus jardins suspensos da blogosfera e não sei se é de bom tom vir para aqui falar dos presentes que o Menino Jesus ou o Pai Natal ou entes queridos ou o próprio deixou no sapatinho ou na árvore de Natal ou na stocking ou no parapeito da janela.
E como não sei vou falar dos meus. Ou de um meu em particular.
Vamos então ao texto que de certo modo se poderia ter chamado "As coisas que só acontecem aos outros, uma definição" e que eu decidi continuar, sem desprestígio para o dito, na rubrica nataleira.
Mito urbano blogosférico: marido oferece a sua (amantíssima) senhora bilhete de espectáculo para o Le Rêve, em Las Vegas daí a dois dias. Voam dia 27 e regressam a 28. Já combinou com a mãe da própria baby sittar a cria de ambos.
Maria Bê, ao serviço da comunidade blogueira para provar que há mitos que são verdade.
E que há coisas que, só acontecendo aos outros, às vezes acontecem a nós.
Eu hoje sou "os outros".
Afinal até estava bem.
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É o amor(e),
Marido serve para,
Monsieur Bolacha
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O que fazer com dois pneus novos?
Ai ai ai, até aposto que ao falar em pneus a malta pensou logo nos refegos que, culpa de uns jeans que agora vão teimando ser de cinta descida, dão aquele efeito bolo-de-arroz que ninguém gosta de ver, culpa do Verão e dos modelitos impossivelmente magros e impossivelmente celulite-free que a televisão, o cinema, as revistas, e mesmo a internet nos impõe, almas facilmente impressionáveis que somos.
Não é, todavia, desses pneus que hoje venho aqui falar, é dos outros, daqueles pretos e de borracha que, se muito independentes sabemos trocar ou que, se nem por isso ou então sim mas sempre dispostas a deixar um cavalheiro cavalheirar, o que só é delicado e gentil e revela o quão lady somos, deixamos o dito cavalheiro trocar.
Ora, sem mais delongas, a pergunta a que o vídeo responde é esta, tão simples: se o carro precisar que lhe sejam substituídos apenas dois pneus, pois que os outros dois ainda dão para uns km valentes, vão os novos para a traseira ou para a dianteira?
You're welcome. Favor enviar agradecimentos a mamãe, que antes deste video me enviou um outro com um lobo que se disfarçou de ovelha... enfim... um destes dias tenho de pensar em tirar-lhe o acesso à internet. Mas até lá vão ficando umas coisas potencialmente úteis.
Não é, todavia, desses pneus que hoje venho aqui falar, é dos outros, daqueles pretos e de borracha que, se muito independentes sabemos trocar ou que, se nem por isso ou então sim mas sempre dispostas a deixar um cavalheiro cavalheirar, o que só é delicado e gentil e revela o quão lady somos, deixamos o dito cavalheiro trocar.
Ora, sem mais delongas, a pergunta a que o vídeo responde é esta, tão simples: se o carro precisar que lhe sejam substituídos apenas dois pneus, pois que os outros dois ainda dão para uns km valentes, vão os novos para a traseira ou para a dianteira?
You're welcome. Favor enviar agradecimentos a mamãe, que antes deste video me enviou um outro com um lobo que se disfarçou de ovelha... enfim... um destes dias tenho de pensar em tirar-lhe o acesso à internet. Mas até lá vão ficando umas coisas potencialmente úteis.
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Maria Bê
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Ceci n'est pas um baby post,
Mamãe,
Marido serve para,
Serviço Público
domingo, 12 de junho de 2011
Da utilidade de se ter um marido #1
Um marido serve para tirar os ninhos de passarinhos das árvores.
Nota para a sociedade protectora dos bichos em geral e dos pássaros em particular: normalmente deixa estar os que têm brinde.
Nota para a sociedade protectora dos bichos em geral e dos pássaros em particular: normalmente deixa estar os que têm brinde.
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Maria Bê
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12:28
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