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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Estou a escrever e está a doer-me tanto...


Fill in the blanks com nome, departamento, e data.
 
[   ], professora auxiliar em contrato de trabalho em funções públicas em período experimental no [   ], vem informar V. Exa. que pretende denunciar o referido contrato, nos termos do art. 74º do Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas (Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro) a partir de [   ].

Pronto, imprimo, assino, e entrego mais tarde. Custa menos assim. Com um bocadinho de sorte divorcio-me antes disso e resolvo logo este trilema.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Trinta minutos não têm 1800 segundos para toda a gente

Quer dizer, ter até têm, mas vejamos:


Story of my days... Só faltou o "quero fazer xixi!!!!!!!!!" quando a miúda já estava pronta, finalmente dentro do carro, e com o arnês apertado.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Um amor feliz


É o título de um dos meus livros preferidos. Do David Mourão Ferreira, conta a história disso mesmo, de um amor que por ter sido tão amado foi feliz. Se não me falha a memória, o livro até tem dois amores, mas isso agora não vem ao caso porque não é sobre o livro que queria escrever.
Estava aqui, no gabinete ainda, sedenta de uma musiquinha boa e lembrei-me de ir buscar ao youtube a soundtrack de um filme também ele de amor. Um dos meus preferidos, que sou uma amadeira inveterada, Il Postino. De fazer chorar as pedras da calçada, o filme tem a audácia de combinar uma narrativa linda com uma banda sonora fenomenal (de Bacalov) e com a poesia de Neruda.
Não é, todavia, também sobre o filme que gostaria de escrever.
- suspiro -
Se ao meu amor feliz fizesse justiça a minha escrita, e se não levasse a melhor o pudor de este ser lido por quem me conhece e nem por isso, eu acho que me atrevia a escrevê-lo.
Assim não, e limito-me a teclar uma palavra aqui e uma palavra ali enquanto suspiro de saudade e de vontade de o reviver, nem que seja durante os dez minutos que duram filme e música acima.

P.S. Este post não se auto-destruirá em 10 segundos mas se calhar devia, e por isso não faço promessas. Mas destruindo-se o texto permanecerá o vídeo, prometo. Finalmente, e antes que me de me julgardes absoluta e cabalmente louca, permiti-me culpar as hormonas da gravidez. Já hoje desculpei assim a minha vontade de comer pizza. Também o meu amor feliz me apetece. Como a pizza.