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terça-feira, 27 de agosto de 2013

A autora está de boa saúde e recomenda-se, e apesar de ocupada até às orelhas é optimista e visita páginas de crafts

Gostei tanto desta ideia que não resisti a vir aqui partilhar -- quem é amiga, quem é?

(daqui)

Agora ide, minhas fadas do lar jeitosinhas de mãos, ide!*

*Sugestões de how-to aqui.





quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Maria Bê, B de Berbequim

Tenho a mania (outra mania, aliás mais uma) de que sou uma gaja independente e de que preciso pouco de gajos (a bem dizer só preciso deles mesmo para abrir frascos, mas ouvi dizer que já há por aí umas máquinas que tratam disso -- amantíssimo esposo, beware!).
Ora hoje, já indo alto o sol e eu com pouca produtividade, resolvi dedicar-me à berbequinagem (sempre tive alguma inveja de quem o faz, especialmente desde que li na descrição da Sô D. Rita Maria que este é um dos seus passatempos, coisa que a mim a faz soar imediatamente dez graus mais interessante, graus esses de uma escala por mim inventada agora mesmo e que não faz sentido esmiuçar, garantindo-vos apenas eu, inventora da própria, que dez graus são mais do que nove e menos que onze, como convém a qualquer escala que se preze).
Depois de questionada a minha amiga B., sobre a qual escreverei outro post docinho daqui a pouco (e este "pouco" tem a duração de um pacote de bolachas, que depende da hora, do dia da semana, e da fase da dieta, e que portanto é "consante"), arquitecta de renome mas mais importante que isso amiga de vir salvar as paredes de uma sua amiga de uns furos escusados e necessariamente furantes, com as consequências que isso tem para as ditas paredes e para os nervos de mamãe, e que ainda por cima concordou comigo sobre a mais adequada localização das sapateiras (HEMNES, Ikea) e das estantes (BESTA) que eu ainda hei-de comprar e montar, amandei-me à obra! E berbequinei, amigos! Berbequinei a medo e depois a contento. Berbequinei um, dois, três, quatro furinhos. Sem assistência para segurar no aspirador enquanto rebentava a cereja da parede*, eu fiz pó branco, cinzento, e laranja, eu consolei-me a enfiar a bucha (de oito mm) e depois o parafuso (naturalmente que entre uma e outro a própria sapateira, que ainda não me deu para decorar as paredes somente com buracos, buchas e parafusos, mas tenho p'ra mim que até se podem fazem desenhos bonitos e dali sair uma instalação bem jeitosa (em que o termo "instalação" se deve entender no sentido artístico e não no sentido trolha)). Ficou lindo, só vos digo, um trabalhinho de amor.
E as sapateiras também lá estão muito bem.

*No original to pop someone's cherry, o que quer dizer a modos que... tirar-lhe a virgindade.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tem dias que eu é mais...


Tem dias que eu é mais flores ("shoish")...
Tem dias que eu é mais joaninhas ("bzzzzzzzz")...
Tem dias que eu é mais abelhas ("bzzzzzzzz")...
Em todos eles mãe ("mama", não sei porquê com pronúncia italiana).

[E aparentemente desocupada -- porque sim, fui eu que fiz/pintei/borratei, embora as letras, em madeira, sejam do Michaels]

quarta-feira, 16 de março de 2011

Felizmente a mini-bolacha é pouco exigente


Primeiro foram os patinhos. Depois foram as baleias. Depois foram as bubuletas. E finalmente foram os caracois.
O que me falta em jeito sobra-me em vontade.

E pelos vistos em tempo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Coelho Amigurumi -- Eu que fiz!

Bunny

Inspiradas pela G e pela M. Simpático, não é? Ou será uma menina?