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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
São mais que muitas as vezes que acho que não preciso do gajo para nada
Mas depois tenho de abrir um frasco com uma tampa particularmente filha da mãe ou o gajo pede-me um saco de plástico para enfiar a ratazana morta que encontrou no jardim e eu acho que é preferível mantê-lo.
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Maria Bê
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09:20
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Monsieur Bolacha
terça-feira, 25 de março de 2014
De entre tantas coisas hoje escolhi assim
escrevo em minúsculas ao marido. até os "i". sou uma rebelde.*
*em inglês, o gajo não pesca nada de português. minto, pesca uma ou outra sardinha.
*em inglês, o gajo não pesca nada de português. minto, pesca uma ou outra sardinha.
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Maria Bê
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20:25
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Monsieur Bolacha
sexta-feira, 21 de março de 2014
Falando cientifiquês
Estava na casa-de-banho quando ouvi marido dizer a mamãe "I am working, I am writing a paper".
Mais tarde, em conversa, mamãe diz que marido não queria tomar conta do bebé porque estava a trabalhar, estava a escrever um papel. Estou quase a rebolar de tanto rir.
Mais tarde, em conversa, mamãe diz que marido não queria tomar conta do bebé porque estava a trabalhar, estava a escrever um papel. Estou quase a rebolar de tanto rir.
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Maria Bê
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10:31
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Mamãe,
Monsieur Bolacha,
Segmento educativo
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Das coisas que não digo a Monsieur Bolacha há muito tempo
I'll see you tomorrow!
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Maria Bê
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10:21
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Monsieur Bolacha
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Declaração Manifestação de amor, uma definição
Lembrei-me, a propósito do concerto dos The Cure e das muitas referências que lhe tenho visto no facebook dos amigos que assistiram, de uma manifestação de amor de Monsieur Bolacha (o gajo não é, infelizmente para mim, romântica até à medula, dado às declarações de amor de deixar uma moça siderada*).
Lembro-me que era fim-de-semana, acho que íamos passear, talvez ao jardim zoológico. A Lovesong começou a tocar e eu disse, como aliás digo sempre: "Mmmmmmmmmmmm, I love this song". Ao que ele respondeu: "I know, why do you think I put it louder?". É impossível não me sentir toda warm and fuzzy sempre que a ouço.
*Às vezes, quando estamos a ver um filme ou uma série e há uma cena particularmente delicodoce na qual um gajo diz coisas lindas a uma sua gaja, e eu lhe digo "You see, this what I wish you'd say to me", ele responde "Well, when we're inside a movie I will".
Lembro-me que era fim-de-semana, acho que íamos passear, talvez ao jardim zoológico. A Lovesong começou a tocar e eu disse, como aliás digo sempre: "Mmmmmmmmmmmm, I love this song". Ao que ele respondeu: "I know, why do you think I put it louder?". É impossível não me sentir toda warm and fuzzy sempre que a ouço.
*Às vezes, quando estamos a ver um filme ou uma série e há uma cena particularmente delicodoce na qual um gajo diz coisas lindas a uma sua gaja, e eu lhe digo "You see, this what I wish you'd say to me", ele responde "Well, when we're inside a movie I will".
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03:05
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Definições,
Monsieur Bolacha
sábado, 14 de julho de 2012
Das piores coisas que disse a Monsieur Bolacha revisited
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Maria Bê
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09:38
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Amigos,
Monsieur Bolacha
terça-feira, 10 de julho de 2012
Das piores coisas que já disse a Monsieur Bolacha
![]() |
| Look clássico americano, foto daqui |
Foi há cerca de seis anos, acho que ainda vivíamos em Raleigh, na Carolina do Norte. Estávamos prestes a sair, o destino du jour era o mall, a missão comprar roupa decente ao moço para ir a entrevistas de emprego e genericamente promover o seu guarda-roupa de estudante de doutoramento pobre para job applicant (igualmente pobre mas com pretensão a mudar de status).
Estou já à porta à espera, algo ansiosa porque se há característica que não se aplica ao jovem é ser boa companhia nas compras, e aparece-me ele no seu habitual leisure style, calças de ganga e t-shirt, porém com um detalhe. Vem de sandálias Teva. E de meias de desporto brancas (ele jura que não, que é incapaz de semelhante fashion faux-pas, mas eu lembro-me bem do que vi). E então saiu-me... "I'm not going out with you until you change."
Amor incondicional my a##. Há coisas que mulher nenhuma devia ver.
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Maria Bê
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Monsieur Bolacha
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Humor de grávida de menino
Há pouco, ao escrever um email ao (suposto) pai do meu filho, no qual lhe explicava ser desígnio divino que só tivesse filhas e que é por ironia do destino (e pelo seu cromossoma Y) esta alhada em que me encontro, lembrei-me de um comentário brejeiro e nada próprio que fiz quando descobri que íamos ter um menino (o pai do filho da Pólo Norte teve uma saída parecida mas muito mais elegante, e ela teve outra à altura, mas eles são gente claramente mais fina do que eu).
Gozava então Monsieur Bolacha dizendo: "Honey, I have a penis inside me. And it is not yours!".
Gozava então Monsieur Bolacha dizendo: "Honey, I have a penis inside me. And it is not yours!".
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Maria Bê
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06:15
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Armada em esperta,
Ceci n'est pas um baby post,
Estou numa de partilha,
Monsieur Bolacha
terça-feira, 3 de julho de 2012
O sexo e a gravidez
Uma amiga pergunta-me, algo timidamente, como tem Mr. Bolacha vivido o sexo durante a gravidez. Homens há que têm receio de magoar o bebé, e ela quer saber se ele joga nessa equipa.
Eu respondi-lhe: "Minha querida, o gajo está nos Estados Unidos, eu estou em Portugal, acho que a barriga não lhe faz muita diferença". O resto do comentário que fiz talvez tivesse (mais) piada, mas este blog tem a pretensão de ser sério.
Eu respondi-lhe: "Minha querida, o gajo está nos Estados Unidos, eu estou em Portugal, acho que a barriga não lhe faz muita diferença". O resto do comentário que fiz talvez tivesse (mais) piada, mas este blog tem a pretensão de ser sério.
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02:14
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Monsieur Bolacha
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Impinsódios de um casamento transnacional
Conversa de Skype, ontem à noite. Marido queixa-se: "you complain a lot". Não satisfeito, desfere o golpe (há quem lhe chame) fatal: "the other wives don't do that".
Maria empertiga-se e antecipa que assim será até ao final do período lectivo (até 1 de Junho), pelo que talvez seja melhor ponderarem a ideia de voltarem à conversa nessa altura (Maria não é gaja de meias palavras). Deixa o marido a conversar com a filha e vai para a cozinha descascar e fatiar um tomate e fazer pasta de atum, tem fome e é o que lhe apetece (decisão que mais tarde vem a lamentar dada a guerra que a cebola resolveu travar com os seus sucos gástricos).
Maria fica a pensar em remoques igualmente pouco amistosos: afinal, quantas wives é que o gajo tem? Ou quantas já teve? Parecem-lhe perguntas pertinentes para que possa Monsieur Bolacha proceder a inferência informada.
O que realmente chateia Maria é que o gajo tem razão. Mas isso só nós sabemos e o próprio marido nem sonha (ele não lê o blog e nem lhe interessa).
Qualquer dia divorcio-me e acabo com esta palhaçada. Humph, a ver se os maridos das outras wives também não as tratam nas palminhas estando elas em "estado de graça".
Maria empertiga-se e antecipa que assim será até ao final do período lectivo (até 1 de Junho), pelo que talvez seja melhor ponderarem a ideia de voltarem à conversa nessa altura (Maria não é gaja de meias palavras). Deixa o marido a conversar com a filha e vai para a cozinha descascar e fatiar um tomate e fazer pasta de atum, tem fome e é o que lhe apetece (decisão que mais tarde vem a lamentar dada a guerra que a cebola resolveu travar com os seus sucos gástricos).
Maria fica a pensar em remoques igualmente pouco amistosos: afinal, quantas wives é que o gajo tem? Ou quantas já teve? Parecem-lhe perguntas pertinentes para que possa Monsieur Bolacha proceder a inferência informada.
O que realmente chateia Maria é que o gajo tem razão. Mas isso só nós sabemos e o próprio marido nem sonha (ele não lê o blog e nem lhe interessa).
Qualquer dia divorcio-me e acabo com esta palhaçada. Humph, a ver se os maridos das outras wives também não as tratam nas palminhas estando elas em "estado de graça".
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Maria Bê
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08:15
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Monsieur Bolacha
quinta-feira, 22 de março de 2012
Sabes que és casada com um nerd quando...
Recebes, logo pela manhã, um email dizendo "You might be interested to know that, statistically, we are now less likely to get divorced." Isto porque, de acordo com Gordon Dahl e Enrico Moretti no seu artigo de 2008, The Demand for Sons:
O meu gajo não existe.
Do parents have preferences over the gender of their children, and if so, does this have negative consequences for daughters versus sons? In this paper, we show that child gender affects the marital status, family structure, and fertility of a significant number of American families. Overall, a first-born daughter is significantly less likely to be living with her father compared to a first-born son. Three factors are important in explaining this gap. First, women with first-born daughters are less likely to marry. Strikingly, we also find evidence that the gender of a child in utero affects shotgun marriages. Among women who have taken an ultrasound test during pregnancy, mothers who have a girl are less likely to be married at delivery than those who have a boy. Second, parents who have first-born girls are significantly more likely to be divorced. Third, after a divorce, fathers are much more likely to obtain custody of sons compared to daughters. These three factors have serious negative income and educational consequences for affected children. What explains these findings? In the last part of the paper, we turn to the relationship between child gender and fertility to help sort out parental gender bias from competing explanations for our findings. We show that the number of children is significantly higher in families with a first-born girl. Our estimates indicate that first-born daughters caused approximately 5500 more births per year, for a total of 220,000 more births over the past 40 years. Taken individually, each piece of empirical evidence is not sufficient to establish the existence of parental gender bias. But taken together, the weight of the evidence supports the notion that parents in the U.S. favour boys over girls.
O meu gajo não existe.
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Economismos,
Monsieur Bolacha
domingo, 8 de janeiro de 2012
Amor, uma definição #8
Marido chega a casa de Chicago, foi lá a uma conferência e está fora desde Quinta-feira (hoje é Domingo). Maria toma banho e, para surpresa de sua mamãe, tenta pentear-se (Maria normalmente não se penteia, este é o sinal de amor, se é que ainda não tínheis percebido).
O que leva Maria a chegar à primeira conclusão brilhante do ano: se não consegues desfazer os ninhos-de-rato no cabelo, não te penteies e sorri instead.
O que leva Maria a chegar à primeira conclusão brilhante do ano: se não consegues desfazer os ninhos-de-rato no cabelo, não te penteies e sorri instead.
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Maria Bê
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Definições,
É o amor(e),
Monsieur Bolacha
domingo, 1 de janeiro de 2012
Há formas melhores de saudar a primeira manhã do ano
Monsieur Bolacha chega à cozinha/family room, eu já me tinha levantado há um bocado e estava devidamente pequen'almoçada (ou não sei se teria aguentado o choque emocional). A nossa cria desceu instantes antes e já estamos a brincar com a coruja bebé que lhe comprámos no Children's Museum (a brincadeira é mais minha, que lha estou a passar por entre os braços abertos enquanto ela me pede "xi, mamã, xiiiiiiii", xi que quer dar à coruja e não a mim).
Monsieur começa então por descrever a primeira fralda do ano, que estava "terrible". Percebo que foi ludibriado pela pequena tirana de dois anos e três meses, que publicitou um muito fedorento "xixi, papá" mas lhe guardou um bónus.
Bónus que está à minha espera no felpo que envolve o muda fraldas, que "needs washing" e "looks awful".
Aceito voluntários.
Ofereço almoço.
Monsieur começa então por descrever a primeira fralda do ano, que estava "terrible". Percebo que foi ludibriado pela pequena tirana de dois anos e três meses, que publicitou um muito fedorento "xixi, papá" mas lhe guardou um bónus.
Bónus que está à minha espera no felpo que envolve o muda fraldas, que "needs washing" e "looks awful".
Aceito voluntários.
Ofereço almoço.
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Maria Bê
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Monsieur Bolacha
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Ceci (ainda) est un post natalício #6
Ainda pensei chamar a este texto "As coisas que só acontecem aos outros, uma definição".
E depois pensei começá-lo definindo a palavra "outros", que é o plural do determinante e pronome indefinido "outro" que significa, por exemplo, não este, diferente, ou mais um.
Começaria portanto o tal texto com uma definição de "outro" e, mais ou menos rapidamente, decerto menos pois que sou dada ao raciocínio tortuoso e à escrita circular, ser curta e grossa é característica que não me pode ser apontada, terminaria com um "eu hoje sou os outros" ou alguma expressão de idêntico sentido todavia mais polida.
Mas não.
Insatisfeita com o pouco número de textos que tenho escrito ultimamente e achando que a minha rubrica natalícia está seriamente depauperada, continuo na série que comecei no dia 23, véspera da véspera do dia que foi ontem e portanto hoje é o dia a seguir.
Confesso desde já que ainda não tive tempo de passear pelos meus jardins suspensos da blogosfera e não sei se é de bom tom vir para aqui falar dos presentes que o Menino Jesus ou o Pai Natal ou entes queridos ou o próprio deixou no sapatinho ou na árvore de Natal ou na stocking ou no parapeito da janela.
E como não sei vou falar dos meus. Ou de um meu em particular.
Vamos então ao texto que de certo modo se poderia ter chamado "As coisas que só acontecem aos outros, uma definição" e que eu decidi continuar, sem desprestígio para o dito, na rubrica nataleira.
Mito urbano blogosférico: marido oferece a sua (amantíssima) senhora bilhete de espectáculo para o Le Rêve, em Las Vegas daí a dois dias. Voam dia 27 e regressam a 28. Já combinou com a mãe da própria baby sittar a cria de ambos.
Maria Bê, ao serviço da comunidade blogueira para provar que há mitos que são verdade.
E que há coisas que, só acontecendo aos outros, às vezes acontecem a nós.
Eu hoje sou "os outros".
Afinal até estava bem.
E depois pensei começá-lo definindo a palavra "outros", que é o plural do determinante e pronome indefinido "outro" que significa, por exemplo, não este, diferente, ou mais um.
Começaria portanto o tal texto com uma definição de "outro" e, mais ou menos rapidamente, decerto menos pois que sou dada ao raciocínio tortuoso e à escrita circular, ser curta e grossa é característica que não me pode ser apontada, terminaria com um "eu hoje sou os outros" ou alguma expressão de idêntico sentido todavia mais polida.
Mas não.
Insatisfeita com o pouco número de textos que tenho escrito ultimamente e achando que a minha rubrica natalícia está seriamente depauperada, continuo na série que comecei no dia 23, véspera da véspera do dia que foi ontem e portanto hoje é o dia a seguir.
Confesso desde já que ainda não tive tempo de passear pelos meus jardins suspensos da blogosfera e não sei se é de bom tom vir para aqui falar dos presentes que o Menino Jesus ou o Pai Natal ou entes queridos ou o próprio deixou no sapatinho ou na árvore de Natal ou na stocking ou no parapeito da janela.
E como não sei vou falar dos meus. Ou de um meu em particular.
Vamos então ao texto que de certo modo se poderia ter chamado "As coisas que só acontecem aos outros, uma definição" e que eu decidi continuar, sem desprestígio para o dito, na rubrica nataleira.
Mito urbano blogosférico: marido oferece a sua (amantíssima) senhora bilhete de espectáculo para o Le Rêve, em Las Vegas daí a dois dias. Voam dia 27 e regressam a 28. Já combinou com a mãe da própria baby sittar a cria de ambos.
Maria Bê, ao serviço da comunidade blogueira para provar que há mitos que são verdade.
E que há coisas que, só acontecendo aos outros, às vezes acontecem a nós.
Eu hoje sou "os outros".
Afinal até estava bem.
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É o amor(e),
Marido serve para,
Monsieur Bolacha
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Amor, uma definição #7
É eu chegar a casa de uma consulta aborrecida no médico e, em lágrimas, escrever-lhe um email a pedir que não me ofereça (mais) presentes de Natal, se calhar vamos ter de gastar dinheiro em tratamentos e afins. E receber de volta, no estilo curto e grosso que é o dele e no qual a ternura é condensada e doce como o leite, que valho cada cêntimo (no original penny, que por enquanto e até o câmbio voltar ao 1:1 vale um nadinha menos, mas vós percebeis e desculpais a liberdade que por ora chamo de criativa).
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Maria Bê
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Definições,
É o amor(e),
Monsieur Bolacha
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Das coisas que nunca perguntei enquanto namorávamos
É certo que bem cedo (ou adequadamente cedo) tratei de saber se era dog-lover ou se tendia mais para gatos. Se era vegetariano, vegan, alérgico aos amendoins ou à lactose, se cheirava mal dos pés. Se gostava de ler ou de ir ao cinema (eu nessa altura ainda gostava, depois é que fiquei traumentalizada da minha vidinha e desde 2008 que nunca mais lá pus os pés). Se gostava de cozinha portuguesa, em particular de lulas. Se era asseado e estava bem treinado na arte de deixar o assento da sanita pousado (foram até hoje raras as vezes em que, distraída, molhei as partes pudibundas). Se era mais montanha ou mais mar (diz que duas horas de praia são "one day at the beach", true story, mas estamos a trabalhar nisso).
Nunca me ocorreu, todavia, ainda mademoiselle, perguntar se gostava de brincar com bonecas. Se sequer sabia.
Gosta. E sabe.
Melhor do que eu, atrevo-me a acrescentar.
Nunca me ocorreu, todavia, ainda mademoiselle, perguntar se gostava de brincar com bonecas. Se sequer sabia.
Gosta. E sabe.
Melhor do que eu, atrevo-me a acrescentar.
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É o amor(e),
Monsieur Bolacha,
Ocorreu-se-me
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Das delícias de ter uma filha bilingue
Derreti-me quando balbuciou "mamã" pela primeira vez. Até nem sei se disse mesmo "mamã" ou se foram os meus ouvidos, a transbordar de boa vontade e amor que ouviram o mmmmmm e o traduziram para a palavra mais doce de que há registo, mas é possível.
Também lhe achei alguma piada quando há semanas se virou para mim e me chamou mummy. Assim, à britânica, sem o "o" que não sei porquê lhe tira beleza. Não devia, eu sei, o "o" é mais redondo, quiçá mais generoso, mas há qualquer coisa de musical na palavra com "u", e isso mesmo sem atender ao facto de que os lábios se formam em beijo para dizer "u", ora experimentai "uuuuuuuuuu".
Mas graça teve ontem, à mesa do jantar, quando ao repto do pai "give daddy the fork, please" respondeu estoicamente "no, no, fok, no", coisa que eu espero se lhe entranhe na memória e que repita ipsis verbis daqui por uns catorze, quinze anos, aos meninos mais atrevidos.
Ainda não consegui decidir se este episódio teve mais piada do que o que se passou minutos depois, quando o pai lhe disse "sit, M., sit", pedido a que ela, desta feita docemente, aquiesceu, repetindo para que não restassem dúvidas, "shit, Mimi, shit".
Mas, Maria, a tua filha só fala inglês? Não, também diz um "máz, piisze" que é uma delícia, diz "tchau" e pede "chacha, mamã", logo seguido de "cuuuukie, piisze".
Também lhe achei alguma piada quando há semanas se virou para mim e me chamou mummy. Assim, à britânica, sem o "o" que não sei porquê lhe tira beleza. Não devia, eu sei, o "o" é mais redondo, quiçá mais generoso, mas há qualquer coisa de musical na palavra com "u", e isso mesmo sem atender ao facto de que os lábios se formam em beijo para dizer "u", ora experimentai "uuuuuuuuuu".
Mas graça teve ontem, à mesa do jantar, quando ao repto do pai "give daddy the fork, please" respondeu estoicamente "no, no, fok, no", coisa que eu espero se lhe entranhe na memória e que repita ipsis verbis daqui por uns catorze, quinze anos, aos meninos mais atrevidos.
Ainda não consegui decidir se este episódio teve mais piada do que o que se passou minutos depois, quando o pai lhe disse "sit, M., sit", pedido a que ela, desta feita docemente, aquiesceu, repetindo para que não restassem dúvidas, "shit, Mimi, shit".
Mas, Maria, a tua filha só fala inglês? Não, também diz um "máz, piisze" que é uma delícia, diz "tchau" e pede "chacha, mamã", logo seguido de "cuuuukie, piisze".
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Ceci n'est pas um baby post,
Em inglês,
Filhos,
Monsieur Bolacha
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Coisas boas de se fazer anos em dois continentes #8
(não sendo já mais dia 17 em lado nenhum do mundo, é dia 18, de modo que é altura de vir contar alguns pormenores do dia, nomeadamente o que interessa mesmo, e que são os presentes. Ah eu não ligo nada a isso, o que importa são os beijinhos e os xis e os mimos. Tretas. Venham os presentes.).
Uma das coisas boas de se fazer anos longe é relembrá-lo à famelga até à exaustão, porém com o detalhe utilitário de se acentuar o cariz solitário da celebração longe da qual nada é tão feliz, pelo menos da que me é próxima e que me faz falta todos os dias mas ainda mais em alguns. Daí que tenha vindo de casa com presentinho embrulhado, coitada da Z. que vai na minha conversa e não nega nada à sobrinha querida. Uma camisola, perdão pullover muito giro, cinzento, aos corações cor-de-rosa, que comprámos juntas numa sessão de shopping.
Mas não foi só de uma camisola que se fez a minha lista de presentes.
Sogra querida, bem levada pelo marido que me sabe fã de pipocas, deu-me uma popcorn popper, ou máquina de pipocar, que as faz com ar, sem necessidade de óleo ou panelas/tachos sujos. Bem podeis dizer que também o micro-ondas as popa (do verbo popar), mas o meu anda a queimá-las e a menina não gosta. E com a máquina veio um frasco de milho (a sério, a minha sogra não existe!) e ainda o mais recente livro do Daniel Silva, que eu já por cá confessei ser um dos meus guilty pleasures.
E mais, e mais?
E o amantíssimo esposo, Maria, que foi que te deu?
A sério.
Amantíssimo esposo de Maria há dias foi comprar scotch whisky e, lembrando-se que eu lhe tinha dito que queria beber umas caipirinhas e que portanto por favor comprasse cachaça quando fosse à loja, pumba, viu encontrado o meu presente. Diga-se em abono de boa vontade do senhor que a garrafa que comprou é exactamente igual a uma que eu trouxe do Brasil em 2001 e que tive de deixar para trás numa mudança porque era proibido o transporte de bebidas alcoólicas.
Mas bolas, faço 36 anos e o gajo dá-me uma garrafa de cachaça?!
Ainda não sei o que pensar. Aceito ajudas, sou jovem impressionável e de feitio facilmente moldável à opinião alheia.
Pelo sim pelo não deixei-o dormir na nossa cama, mas desconfio que preciso rever esta posição.
Uma das coisas boas de se fazer anos longe é relembrá-lo à famelga até à exaustão, porém com o detalhe utilitário de se acentuar o cariz solitário da celebração longe da qual nada é tão feliz, pelo menos da que me é próxima e que me faz falta todos os dias mas ainda mais em alguns. Daí que tenha vindo de casa com presentinho embrulhado, coitada da Z. que vai na minha conversa e não nega nada à sobrinha querida. Uma camisola, perdão pullover muito giro, cinzento, aos corações cor-de-rosa, que comprámos juntas numa sessão de shopping.
Mas não foi só de uma camisola que se fez a minha lista de presentes.
Sogra querida, bem levada pelo marido que me sabe fã de pipocas, deu-me uma popcorn popper, ou máquina de pipocar, que as faz com ar, sem necessidade de óleo ou panelas/tachos sujos. Bem podeis dizer que também o micro-ondas as popa (do verbo popar), mas o meu anda a queimá-las e a menina não gosta. E com a máquina veio um frasco de milho (a sério, a minha sogra não existe!) e ainda o mais recente livro do Daniel Silva, que eu já por cá confessei ser um dos meus guilty pleasures.
E mais, e mais?
(calma, estou a fazer suspense)
Mamãe, também bem treinada por moi même, ofereceu a sua filha bolacha meio relógio (sou filha atenta aos cortes orçamentais nacionais e não gosto que deite os seus aeurios à rua sem mais nem quê). Pormenor do relógio e coisa que eu tenho andado para cá vir comentar com V. Exas., em pleno processo de auto-análise que me leva a chegar até ao centro das minhas angústias, manias, teimas, e idiossincrasias (foi para rimar, notaram?), é dourado. Dourado, assim como o ouro amarelo (não do branco, que é d'ouro mas prateado, coisa que não faz assim muito sentido mas enfim, é bonito). É dourado. E depois? E depois... eu não sou gaja de dourados, pá. Eu sou calça de ganga, t-shirt branca, e sapatilhas (ténis). Eu sou relógio prateado, brincos em zircónia tipo solitários. Eu sou rabo de cavalo, batom de cieiro. Eu sou aquela que se funde com a paisagem e não a que a decora. Cheira-me a post... E o amantíssimo esposo, Maria, que foi que te deu?
(pois ainda não estou bem em mim com o choque)
Vindas as bolachas exigidas pela madame e sem as quais seria automaticamente vedado o acesso do senhor ao leito conjugal, vindas ainda umas bolachas que dito senhor, dando asas à criatividade decidiu ofertar, com nozes da macadâmia e chocolate branco e às quais sua senhora, purista por convicção, partido político, e fé, torceu o nariz, eis que chegou a surpresa maior.
(a sério que ainda não me refiz)
Marido ofereceu-me uma garrafa de cachaça.A sério.
Amantíssimo esposo de Maria há dias foi comprar scotch whisky e, lembrando-se que eu lhe tinha dito que queria beber umas caipirinhas e que portanto por favor comprasse cachaça quando fosse à loja, pumba, viu encontrado o meu presente. Diga-se em abono de boa vontade do senhor que a garrafa que comprou é exactamente igual a uma que eu trouxe do Brasil em 2001 e que tive de deixar para trás numa mudança porque era proibido o transporte de bebidas alcoólicas.
Mas bolas, faço 36 anos e o gajo dá-me uma garrafa de cachaça?!
Ainda não sei o que pensar. Aceito ajudas, sou jovem impressionável e de feitio facilmente moldável à opinião alheia.
Pelo sim pelo não deixei-o dormir na nossa cama, mas desconfio que preciso rever esta posição.
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Anda tudo doido?,
Monsieur Bolacha,
Vida de emigrante
terça-feira, 12 de julho de 2011
Portugal, cheguei!
[E agora, quem se lembra daquela música dos The Fevers, Guerra dos Sexos, "Cheguei p'ra conquistar o mundo...", da novela com o mesmo nome, emitida em 1983 ou 1984 pela RTP?]
Pois é cheguei/ámos as duas, mini-bolacha e mãe bolacha, ambas as duas (e mais aqueles todos que o avião da TAP, que vinha cheio!, trazia), ao Porto, às oito e pouco da manhã. Mamãe esperava-nos chorosa -- a mulher é dada à lágrima, chora por tudo e por nada, tem o coração ao pé do canal lacrimal, fazer o quê, há quem o tenha ao pé da boca, coisa que até não faz sentido nenhum e deve ser bastante desconfortável olfactivamente falando caso haja um chulé, que aproveito para vos dizer é das palavras predilectas de meu amantíssimo e agora saudosíssimo esposo.
Esperava mamãe duas moças, uma mais portátil que outra, cansadas até à vesícula (órgão que eu não sei bem para que serve ainda que o oráculo da Wikipedia o motive como armazém (palavras minhas), mas que sei pode ser tirado e depois a pessoa tem de ter atenção às gorduras, coisa que aliás todos devíamos ter a bem do castrol).
Estou rota. A mini-miss, criança endiabrada e que me faz muitas vezes questionar sobre se realmente tenho what it takes para ser mãe, pois que dou por mim a querer rifá-la um grande número de birras ao dia. Anda impossível a catraia, aquela coisa dos "terrible two's" e que eu pensava ser uma urban legend veio morder-me as carnes da traseira onde me sento. Quer chacha (bolacha), não quer chacha, quer áuei (água), não quer áuei, quer o Iche (coelhinho), não quer o Iche.
Hoje, perdão, ontem, não quis calçar as sapatilhas, de modo que andou o dia inteiro em meias (ainda as tirou umas vezes, mas não teve grande sucesso e calcei-lhas imediatamente. Depois não quis dormir. Nunca! Nem mesmo com o Benadryl a gaja deu um ronco que durasse mais de um quarto de hora em cada voo (o primeiro de quase cinco horas e o segundo quase sete), para um grand total de cerca de vinte minutos. Já vos disse que desde que saí de casa até que aterrei no Porto foram dezanove horas? XIX? 19!!!!!!!!!! Sabeis o que é que uma criança assim faz à cabeça de uma mãe?! Alturas houve em que eu, debatendo-me com uma criança-virada-enguia que escorregava qual peso-morto pelas minhas mãos, só me ria -- parece-me sempre bem, a cria a esgoelar-se e eu a rir-me. Resultado: as meias, que nasceram brancas, estão no saco do lixo, e o sono, bom, esse dorme-o agora. E eu também vou dormir.
Até amanhã!
P.S. Já marcharam cinco bolachas Shortcake do Modelo, que mamãe comprou só para mim.
P.P.S. Criança-bolacha gosta mais de mamãe de Maria do que da própria Maria, não raras vezes preterindo o colo desta última, para sua tristeza mas grande alívio. Ahhhhhhh. Estou como Calvin quando começaram as férias, já sinto o cérebro a encolher, só que eu em vez de ser o cérebro é a responsabilidade total sobre o bem estar da minha pessoa pequenina que o paizinho também ajuda a criar mas de quem foge a sete pés quando a fralda se cheira a um metro. Homens...
P.P.S.E. Gostaram do excesso do inglês? Estou a treinar para ser uma emigranta bem estereotipada, não quero desiludir alminha nenhuma da minha fan base. Ouvida em emigringlês, no aeroporto em Newark: "He has the mala!"
P.P.S.E.^2. Gostei do emigringlês.
P.P.S.E.^2.explicado: O acento circunflexo usa-se, aquando da escrita em linguagem matemática, enquanto potência, por exemplo 2^2=2 ao quadrado=4, ou 3^2=3 ao quadrado=9. Se pelo contrário quisermos escrever a raiz, ou seja o conceito inverso da potência, usamos o número inverso, por exemplo a raiz quadrada escreve-se 9^1/2=3 ou a raíz cúbica, 8^1/3=2. Já agora, para ver se perceberam mesmo (ou se lêem as minhas notas/postas até ao fim, quanto é 8^(2/3)? Uma bolacha Maria ao primeiro a acertar.
Pois é cheguei/ámos as duas, mini-bolacha e mãe bolacha, ambas as duas (e mais aqueles todos que o avião da TAP, que vinha cheio!, trazia), ao Porto, às oito e pouco da manhã. Mamãe esperava-nos chorosa -- a mulher é dada à lágrima, chora por tudo e por nada, tem o coração ao pé do canal lacrimal, fazer o quê, há quem o tenha ao pé da boca, coisa que até não faz sentido nenhum e deve ser bastante desconfortável olfactivamente falando caso haja um chulé, que aproveito para vos dizer é das palavras predilectas de meu amantíssimo e agora saudosíssimo esposo.
Esperava mamãe duas moças, uma mais portátil que outra, cansadas até à vesícula (órgão que eu não sei bem para que serve ainda que o oráculo da Wikipedia o motive como armazém (palavras minhas), mas que sei pode ser tirado e depois a pessoa tem de ter atenção às gorduras, coisa que aliás todos devíamos ter a bem do castrol).
Estou rota. A mini-miss, criança endiabrada e que me faz muitas vezes questionar sobre se realmente tenho what it takes para ser mãe, pois que dou por mim a querer rifá-la um grande número de birras ao dia. Anda impossível a catraia, aquela coisa dos "terrible two's" e que eu pensava ser uma urban legend veio morder-me as carnes da traseira onde me sento. Quer chacha (bolacha), não quer chacha, quer áuei (água), não quer áuei, quer o Iche (coelhinho), não quer o Iche.
Hoje, perdão, ontem, não quis calçar as sapatilhas, de modo que andou o dia inteiro em meias (ainda as tirou umas vezes, mas não teve grande sucesso e calcei-lhas imediatamente. Depois não quis dormir. Nunca! Nem mesmo com o Benadryl a gaja deu um ronco que durasse mais de um quarto de hora em cada voo (o primeiro de quase cinco horas e o segundo quase sete), para um grand total de cerca de vinte minutos. Já vos disse que desde que saí de casa até que aterrei no Porto foram dezanove horas? XIX? 19!!!!!!!!!! Sabeis o que é que uma criança assim faz à cabeça de uma mãe?! Alturas houve em que eu, debatendo-me com uma criança-virada-enguia que escorregava qual peso-morto pelas minhas mãos, só me ria -- parece-me sempre bem, a cria a esgoelar-se e eu a rir-me. Resultado: as meias, que nasceram brancas, estão no saco do lixo, e o sono, bom, esse dorme-o agora. E eu também vou dormir.
Até amanhã!
P.S. Já marcharam cinco bolachas Shortcake do Modelo, que mamãe comprou só para mim.
P.P.S. Criança-bolacha gosta mais de mamãe de Maria do que da própria Maria, não raras vezes preterindo o colo desta última, para sua tristeza mas grande alívio. Ahhhhhhh. Estou como Calvin quando começaram as férias, já sinto o cérebro a encolher, só que eu em vez de ser o cérebro é a responsabilidade total sobre o bem estar da minha pessoa pequenina que o paizinho também ajuda a criar mas de quem foge a sete pés quando a fralda se cheira a um metro. Homens...
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P.P.S.E.^2. Gostei do emigringlês.
P.P.S.E.^2.explicado: O acento circunflexo usa-se, aquando da escrita em linguagem matemática, enquanto potência, por exemplo 2^2=2 ao quadrado=4, ou 3^2=3 ao quadrado=9. Se pelo contrário quisermos escrever a raiz, ou seja o conceito inverso da potência, usamos o número inverso, por exemplo a raiz quadrada escreve-se 9^1/2=3 ou a raíz cúbica, 8^1/3=2. Já agora, para ver se perceberam mesmo (ou se lêem as minhas notas/postas até ao fim, quanto é 8^(2/3)? Uma bolacha Maria ao primeiro a acertar.
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Maria Bê
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quarta-feira, 6 de julho de 2011
Amor, uma definição #5
| Meia branca esticada até cima, marido de Maria, 1 de Julho, 2011 |
Amor é estar casada com um gajo que, americano até ao tutano, usa sapatilhas com meias brancas bem puxadas até ao umbigo. Ele jura que não. Eu tenho provas. Felizmente não cheira mal dos pés. Isso seria um problema e não sei se haveria amor suficiente para salvar o casamento.
Desempacotado por
Maria Bê
às
00:56
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