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Nem vos digo o bem que me soube aquela trinca!, Pastel de nata trincado
de sabor fabuloso comprovado por Maria Bê, algures em Janeiro de 2012 |
Roadtrip blogosférica
is on!
Na confeitaria do costume, com companhia do melhor que se pode almejar. Eu sirvo!
Em jeito de correcção...
Confeitaria não é propriamente, assim de papel passado e tudo, que é coisa de gente fina e que
miss Izzie, diz que é das leis (ai a canseira), corrigiria de dedo em riste se fosse dada a esses dedilhares, que cá entre nós imagino que não, de Maria.
Ora confeitaria "de" Maria Bê começou, em 1939 (ah! pois, é antiga, coisa do século passado e tudo, que pensais), por ser propriedade de seu avô,
Alvarinho de seu nome terno versão esposa amantíssima, que por este estaminé até
já andou a fazer versos por ocasião de um episódio assoberbado de orgulho familiar (pergunto-me que nome técnico lhe daria a
desempoeirada Mariana, moça de aprumado conhecimento médico e com o bom gosto de morar mais perto de
yours truly).
A Confeitaria, Ideal de seu nome, propriedade de avós de Maria, Bê que podia ser de Bolo mas infelizmente cai mais para o Bolacha, é actualmente propriedade das tias de Maria, Clara e Zita, cujo nome aqui digo para que quando lá fordes perguntardes como vai sua saúde (bem, muito obrigada, ainda que tenha dias, que é como diz o povo e por cá há de facto uma vertente a tender para o popularucha).
Foi então na Confeitaria Ideal, rezará um dia a história, que se organizou, muito por obra e graça(s) de
Madame Rita das Marias, moça com as melhores das intenções (ainda por cima tem família de perto --
pfff, é óbvio!) memorável e prazenteira reunião de uma comunidade blogosférica supimpa e para a qual faltam a esta que agora vos escreve, entre preparação de aulas de estatística, comércio internacional, métodos quantitativos, e macroeconomia (acho que aqui incluí tudo), adjectivos mais qualificativos.
Dizei quando, amigos (escreveria amigas mas sei que por cá se passeiam uns quantos amigos, gajos obviamente porreiros e amigos de um seu amigo, neste caso amiga).
Filha, dirá mais tarde mamãe, escreveste tudo sem ler (mais uma vez?). Sim, mamãe, escrevi e publiquei assim mesmo, que tenho de ir trabalhar mas tenho mesmo de dizer a esta gente que me lê (e que é minha) que sim, que voto no "sim" de nos reunirmos na Confeitaria Ideal.
Pasteis de nata
on me.
Domingo de Páscoa é capaz de ser difícil, que por lá é mais pão-de-ló. De Ovar? Não, pá, que aquilo
é em Oliveira de Azeméis, algures entre Aveiro e Porto, sítio onde se come, segundo a D. Emília, a tal avó de Maria Bê, "muito e não faz mal".
Um sorriso com migalhas nos cantinhos da boca!
P.S.
Desculpai-se-me a ausência, mas Bê, que miss DNC teima em chamar giraça (coro sempre que o leio, tolita, obrigada pela mensagem!!!!!!!), anda mesmo ocupada até aos cabelos (que são compridos, malta, compriiiiidos)...