quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Pensamento de gaija depois de ter dito que quer conhecer malta blogosférica

Bolas, tenho de começar a fazer dieta já!!!!!!! Mas antes disso vou-me ao croissant.

Pasteis de nata, alguém falou em pasteis de nata!?

Nem vos digo o bem que me soube aquela trinca!, Pastel de nata trincado
de sabor fabuloso comprovado por Maria Bê, algures em Janeiro de 2012

Roadtrip blogosférica is on!
Na confeitaria do costume, com companhia do melhor que se pode almejar. Eu sirvo!
Em jeito de correcção...
Confeitaria não é propriamente, assim de papel passado e tudo, que é coisa de gente fina e que miss Izzie, diz que é das leis (ai a canseira), corrigiria de dedo em riste se fosse dada a esses dedilhares, que cá entre nós imagino que não, de Maria.
Ora confeitaria "de" Maria Bê começou, em 1939 (ah! pois, é antiga, coisa do século passado e tudo, que pensais), por ser propriedade de seu avô, Alvarinho de seu nome terno versão esposa amantíssima, que por este estaminé até já andou a fazer versos por ocasião de um episódio assoberbado de orgulho familiar (pergunto-me que nome técnico lhe daria a desempoeirada Mariana, moça de aprumado conhecimento médico e com o bom gosto de morar mais perto de yours truly).
A Confeitaria, Ideal de seu nome, propriedade de avós de Maria, Bê que podia ser de Bolo mas infelizmente cai mais para o Bolacha, é actualmente propriedade das tias de Maria, Clara e Zita, cujo nome aqui digo para que quando lá fordes perguntardes como vai sua saúde (bem, muito obrigada, ainda que tenha dias, que é como diz o povo e por cá há de facto uma vertente a tender para o popularucha).
Foi então na Confeitaria Ideal, rezará um dia a história, que se organizou, muito por obra e graça(s) de Madame Rita das Marias, moça com as melhores das intenções (ainda por cima tem família de perto -- pfff, é óbvio!) memorável e prazenteira reunião de uma comunidade blogosférica supimpa e para a qual faltam a esta que agora vos escreve, entre preparação de aulas de estatística, comércio internacional, métodos quantitativos, e macroeconomia (acho que aqui incluí tudo), adjectivos mais qualificativos.
Dizei quando, amigos (escreveria amigas mas sei que por cá se passeiam uns quantos amigos, gajos obviamente porreiros e amigos de um seu amigo, neste caso amiga).
Filha, dirá mais tarde mamãe, escreveste tudo sem ler (mais uma vez?). Sim, mamãe, escrevi e publiquei assim mesmo, que tenho de ir trabalhar mas tenho mesmo de dizer a esta gente que me lê (e que é minha) que sim, que voto no "sim" de nos reunirmos na Confeitaria Ideal.
Pasteis de nata on me.
Domingo de Páscoa é capaz de ser difícil, que por lá é mais pão-de-ló. De Ovar? Não, pá, que aquilo
é em Oliveira de Azeméis, algures entre Aveiro e Porto, sítio onde se come, segundo a D. Emília, a tal avó de Maria Bê, "muito e não faz mal".
Um sorriso com migalhas nos cantinhos da boca!

P.S. Desculpai-se-me a ausência, mas Bê, que miss DNC teima em chamar giraça (coro sempre que o leio, tolita, obrigada pela mensagem!!!!!!!), anda mesmo ocupada até aos cabelos (que são compridos, malta, compriiiiidos)...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Migalhas (de chocolate) de felicidade, uma definição

Ir à secretaria da escola pedir desculpas por me ter esquecido de lá passar ontem, em busca do mítico bolo de chocolate com coco da M., e ela dizer-me que tem uma fatia guardada para mim.
Assim, num tupperware no frigorífico, uma fatia de céu à minha espera.
Alguém me diga que não nasci de rabo viradinho para a lua que eu mordo-o!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Desilusão, uma definição

Na primeira aula de uma das minhas (cinco) disciplinas tinha, no primeiro slide do Power Point (isto é só nível!), a seguinte provocação:
What do you get when you cross the Godfather with an economist?
An offer you can't understand.
Nenhuma, mas nenhuma daquelas alminhas conhecia "O Padrinho". Nem uminha, snif, snif. Inda num estou em mim...

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Fico doida de felicidade com o sucesso dos meus amigos!

Mas doidona mesmo! E partilho dos seus sucessos como se fossem pequenas vitórias minhas.
Numa fábrica de sapatos perto de si...

Helsar, 24 Fevereiro de 2012

... um Presidente da República português.

Maria partilha conhecimento

Ontem, numa aula de mestrado, falou-se da Revolução Russa. Um aluno em particular mostrou-se tão interessado que lhe prometi ir estudar mais sobre o assunto para que a conversa fosse mais interessante. Descobri, entre uma leitura e outra, esta citação que não resisti a partilhar:
Se para a salvação do espírito é necessário o arrependimento e para o arrependimento acontecer é preciso o pecado, então o espírito que quer ser salvo deve começar pecar o quanto antes.
Para além de aparentemente difícil de matar, parece-me que o Rasputin não era doido de todo.

Inda tás viva, melhér?

A dar cinco cadeiras diferentes e vinte e uma horas e meia de aulas, tem momentos que confesso que nem sei.*
Afinal parece que a miss num esqueceu de como vender aulas (ou acha que não, o que vale o mesmo e sempre 22.453% menos de ordenado). Questiono-me existencialmente se trabalharei menos 22.453% do que antes. Agradeço sugestões.
Gros bisous!



*Vinte e uma e meia porque as horas leccionadas depois das oito da noite valem por uma e meia. Talvez seja das poucas alturas em que três até são quatro meia.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ainda nem sei que pensar disto

Hoje voltei ao activo e fui dar um ar da minha graça até à escola onde ensino. E, de regresso ao gabinete que partilho com mui ilustre colega, apercebi-me de que o aquecimento está ligado (em todos os gabinetes, não é só meu). E dei-me por tão feliz quanto surpresa. Ainda nem sei que pensar disto.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Pneuzinho, uma definição

Não sou nada destas coisas, de trazer para o blog clips do Facebook ou de fazer forwards de piadinhas, mas desta teve mesmo de ser:


Ouviu, mamãe?
By the way, costumo corrigir quem me sugere que estou "mais" gorda explicando simplesmente que "há mais de mim para amar".

Happy birthday to me!


Que é como quem diz ao meu blog. Já fez um ano, o moço.
E lembro-me tão bem do primeiro dia...
Foi rápida a decisão, estava na fila dos correios e decidi, materializou-se naquele instante o propósito. A vontade não era fresca, pelo contrário, mas tolhia-me a incapacidade de responder ao porquê. Porquê mais um, porquê o meu. Angustiava-me a vontade de ser lida por outros que não me conhecessem. Acho que nunca fantasiei em tornar-me numa Pipoca nem numa Pólo Norte, mas mexia comigo a vontade de ser lida. Os meus primeiros posts foram dedicados a esta temática, à qual nunca voltei porque depois de tanta introspecção ainda só cheguei à conclusão de que "porque sim", que nem me interessa a mim nem aos poucos queridos que comigo vão viajando, ora entre cactos e atentos a escorpiões, ora entre padas-de-Ul e pastéis de nata da Confeitaria Ideal.
Mas a verdade é que, ainda na fila do correio, acedi ao site do blogspot e aí criei um perfil. Nome, nome, nome, qualquer coisa que eu goste, que seja eu... aí não demorei nem um segundo: bolachas! Cookies cookies cookies!!!!! À terceira foi de vez, e em jeito de homenagem ao Herman e a uma expressão que vá-se lá saber como consigo incluir na minha verborreia habitual, apareceu o "eu é mais bolachas". Curiosamente sem ainda incluir uma única receita, mas sempre em expectativa (já recebi uma, de bolachas de aveia, que a preguiça e a falta de tempo ainda não me permitiram executar mas está lá, bem guardadinha no mail, à espera de melhores dias).
Aos que me acompanham nesta aventura, um abraço. Doce. Como as bolachas.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Das coisas boas das lembranças


Receber um email de uma amiga a dizer-me que uma espécie asiática ameaça joaninhas europeias, e que não o acha nada bem.
E assim dizer-me, com palavras que me afagam o rosto e me estreitam em abraços apertados, que se lembrou de mim.
É que Maria, a tal que se diz e cujo derrière revela ser mais bolachas, também é mais joaninhas. Com pintinhas.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Crónicas de uma viagem anunciada #2


Adoro dar música...

Crónicas de uma viagem anunciada

Já cheguei (em rigor, já chegámos).
Cria dormiu um total de quinze minutos durante a viagem, mamãe foi super-avó e tratou dela o voo Newark - Porto inteirinho.
Aprendi que dar autocolantes aos putos é quase tão bom como levar o iPhone cheio de vídeos, às vezes melhor. Tenho p'ra mim que nada nunca tão eficiente como uma marretada no cocuruto, mas tenho algum pudor em experimentar.
Decidi que o choque cultural devia ser confrontado rapidamente em vez de evitado e portanto foi ver-me, depois de uma sesta ligeira, de carrinho das compras no Modelo/Continente. Terapia de imersão não recomendada a almas menos fortes.
Faz hoje uma semana que estava de voyage. Eu não acredito que já passou quase uma semana, hoje ainda é só Quarta-feira. Não tarda nada desejo-vos um bom fim-de-semana.

domingo, 22 de janeiro de 2012

E quanto tempo falta para vires para Portugal?

Ainda bem que perguntais.
Saímos de Phoenix amnhã, às 7:05 (hora local, amigos, sempre hora local), saímos de Newark às 18:55, e com sorte, bons ventos, um bom capitão, e a mecânica da TAP nos trinques, aterraremos no Porto às 7:00.
É também por isso que tenho andado tão por fora destas lides. Tenho tantas, mas tantas, mas tantas coisas para fazer/empacotar/comprar/emalar/emailar/coordenar/lavar/dobrar/listar/...
Bolas, que nunca mais inventam aquelas coisas do Star Trek para um gajo estar num sítio num minuto e noutro no segundo a seguir. Viajar só é bonito e elegante quando em primeira classe e sem cria a reboque... eu a sério que não nasci para ser pobre...
Portugal, here we come!

Das delícias de ter uma filha bilingue #5

Quiçá fruto do meu desconhecimento do que por terras lusas se faz quanto ao polimento da criançada, é daquelas coisas que aprecio nos americanos (se for o caso, desculpai-me e por favor atribuí esta minha admiração desfasa ao emigrantamento e corrigi-me meigamente, afinal hoje é Domingo): o treino para a cortesia.
Sempre que pede alguma coisa, seja água, uma "chacha" (bolacha, ah pois!), ou o Pocoyo, a minha filha sabe que tem de usar a palavra mágica (reconhecendo mesmo a expressão quando a afoiteza leva a melhor e por isso repete, sem sinais de esmorecimento, o que quer que deseja naquele momento). Nunca lhe tendo ensinado "por favor" ou "se faz favor", lá vai dizendo um "pizzzzzzzzzzzzzse" que me soa ao mais delicado dos "please".
Mas ontem ao jantar saiu-se com outra igualmente engraçada, expressão que o marido, que a levou para uma manhã de daddy-bunny fun time at the zoo, disse ter sido corrente ao longo do dia.
A minha filha, coisa linda desta mãe, a dois dias de fazer dois anos e quatro meses, depois de obter o que quer, diz:
"Thank you much". Assim, sem ser preciso escrever foneticamente e tudo.

(Já faltou mais para este se tornar um baby blog... Vale-me o surrealismo que me permite ir negando, quanto mais não seja a mim mesma...)