What do you get when you cross the Godfather with an economist?Nenhuma, mas nenhuma daquelas alminhas conhecia "O Padrinho". Nem uminha, snif, snif. Inda num estou em mim...
An offer you can't understand.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Desilusão, uma definição
Na primeira aula de uma das minhas (cinco) disciplinas tinha, no primeiro slide do Power Point (isto é só nível!), a seguinte provocação:
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Maria Bê
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Armada em esperta,
Das coisas que me dão comichão,
Definições,
É desta que corto os pulsos
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Fico doida de felicidade com o sucesso dos meus amigos!
Mas doidona mesmo! E partilho dos seus sucessos como se fossem pequenas vitórias minhas.
Numa fábrica de sapatos perto de si...
... um Presidente da República português.
Numa fábrica de sapatos perto de si...
| Helsar, 24 Fevereiro de 2012 |
... um Presidente da República português.
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Maria Bê
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12:23
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Amigos
Maria partilha conhecimento
Ontem, numa aula de mestrado, falou-se da Revolução Russa. Um aluno em particular mostrou-se tão interessado que lhe prometi ir estudar mais sobre o assunto para que a conversa fosse mais interessante. Descobri, entre uma leitura e outra, esta citação que não resisti a partilhar:
Para além de aparentemente difícil de matar, parece-me que o Rasputin não era doido de todo.Se para a salvação do espírito é necessário o arrependimento e para o arrependimento acontecer é preciso o pecado, então o espírito que quer ser salvo deve começar pecar o quanto antes.
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Maria Bê
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Knowledge is power
Inda tás viva, melhér?
Afinal parece que a miss num esqueceu de como vender aulas (ou acha que não, o que vale o mesmo e sempre 22.453% menos de ordenado). Questiono-me existencialmente se trabalharei menos 22.453% do que antes. Agradeço sugestões.
Gros bisous!
*Vinte e uma e meia porque as horas leccionadas depois das oito da noite valem por uma e meia. Talvez seja das poucas alturas em que três até são quatro meia.
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Maria Bê
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Ceci n'est pas um baby post,
Estou numa de partilha,
Sorrisos,
Viagens
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Ainda nem sei que pensar disto
Hoje voltei ao activo e fui dar um ar da minha graça até à escola onde ensino. E, de regresso ao gabinete que partilho com mui ilustre colega, apercebi-me de que o aquecimento está ligado (em todos os gabinetes, não é só meu). E dei-me por tão feliz quanto surpresa. Ainda nem sei que pensar disto.
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Dúvidas mais ou menos existenciais
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Pneuzinho, uma definição
Não sou nada destas coisas, de trazer para o blog clips do Facebook ou de fazer forwards de piadinhas, mas desta teve mesmo de ser:
Ouviu, mamãe?
By the way, costumo corrigir quem me sugere que estou "mais" gorda explicando simplesmente que "há mais de mim para amar".
Ouviu, mamãe?
By the way, costumo corrigir quem me sugere que estou "mais" gorda explicando simplesmente que "há mais de mim para amar".
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Definições,
Expressões que eu gosto
Happy birthday to me!
Que é como quem diz ao meu blog. Já fez um ano, o moço.
E lembro-me tão bem do primeiro dia...
Foi rápida a decisão, estava na fila dos correios e decidi, materializou-se naquele instante o propósito. A vontade não era fresca, pelo contrário, mas tolhia-me a incapacidade de responder ao porquê. Porquê mais um, porquê o meu. Angustiava-me a vontade de ser lida por outros que não me conhecessem. Acho que nunca fantasiei em tornar-me numa Pipoca nem numa Pólo Norte, mas mexia comigo a vontade de ser lida. Os meus primeiros posts foram dedicados a esta temática, à qual nunca voltei porque depois de tanta introspecção ainda só cheguei à conclusão de que "porque sim", que nem me interessa a mim nem aos poucos queridos que comigo vão viajando, ora entre cactos e atentos a escorpiões, ora entre padas-de-Ul e pastéis de nata da Confeitaria Ideal.
Mas a verdade é que, ainda na fila do correio, acedi ao site do blogspot e aí criei um perfil. Nome, nome, nome, qualquer coisa que eu goste, que seja eu... aí não demorei nem um segundo: bolachas! Cookies cookies cookies!!!!! À terceira foi de vez, e em jeito de homenagem ao Herman e a uma expressão que vá-se lá saber como consigo incluir na minha verborreia habitual, apareceu o "eu é mais bolachas". Curiosamente sem ainda incluir uma única receita, mas sempre em expectativa (já recebi uma, de bolachas de aveia, que a preguiça e a falta de tempo ainda não me permitiram executar mas está lá, bem guardadinha no mail, à espera de melhores dias).
Aos que me acompanham nesta aventura, um abraço. Doce. Como as bolachas.
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Efemérides
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Das coisas boas das lembranças
Receber um email de uma amiga a dizer-me que uma espécie asiática ameaça joaninhas europeias, e que não o acha nada bem.
E assim dizer-me, com palavras que me afagam o rosto e me estreitam em abraços apertados, que se lembrou de mim.
É que Maria, a tal que se diz e cujo derrière revela ser mais bolachas, também é mais joaninhas. Com pintinhas.
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Maria Bê
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Amigos
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Crónicas de uma viagem anunciada #2
Adoro dar música...
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Vida de emigrante
Crónicas de uma viagem anunciada
Já cheguei (em rigor, já chegámos).
Cria dormiu um total de quinze minutos durante a viagem, mamãe foi super-avó e tratou dela o voo Newark - Porto inteirinho.
Aprendi que dar autocolantes aos putos é quase tão bom como levar o iPhone cheio de vídeos, às vezes melhor. Tenho p'ra mim que nada nunca tão eficiente como uma marretada no cocuruto, mas tenho algum pudor em experimentar.
Decidi que o choque cultural devia ser confrontado rapidamente em vez de evitado e portanto foi ver-me, depois de uma sesta ligeira, de carrinho das compras no Modelo/Continente. Terapia de imersão não recomendada a almas menos fortes.
Faz hoje uma semana que estava de voyage. Eu não acredito que já passou quase uma semana, hoje ainda é só Quarta-feira. Não tarda nada desejo-vos um bom fim-de-semana.
Cria dormiu um total de quinze minutos durante a viagem, mamãe foi super-avó e tratou dela o voo Newark - Porto inteirinho.
Aprendi que dar autocolantes aos putos é quase tão bom como levar o iPhone cheio de vídeos, às vezes melhor. Tenho p'ra mim que nada nunca tão eficiente como uma marretada no cocuruto, mas tenho algum pudor em experimentar.
Decidi que o choque cultural devia ser confrontado rapidamente em vez de evitado e portanto foi ver-me, depois de uma sesta ligeira, de carrinho das compras no Modelo/Continente. Terapia de imersão não recomendada a almas menos fortes.
Faz hoje uma semana que estava de voyage. Eu não acredito que já passou quase uma semana, hoje ainda é só Quarta-feira. Não tarda nada desejo-vos um bom fim-de-semana.
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Portugal,
Viagens,
Vida de emigrante
domingo, 22 de janeiro de 2012
E quanto tempo falta para vires para Portugal?
Ainda bem que perguntais.
Saímos de Phoenix amnhã, às 7:05 (hora local, amigos, sempre hora local), saímos de Newark às 18:55, e com sorte, bons ventos, um bom capitão, e a mecânica da TAP nos trinques, aterraremos no Porto às 7:00.
É também por isso que tenho andado tão por fora destas lides. Tenho tantas, mas tantas, mas tantas coisas para fazer/empacotar/comprar/emalar/emailar/coordenar/lavar/dobrar/listar/...
Bolas, que nunca mais inventam aquelas coisas do Star Trek para um gajo estar num sítio num minuto e noutro no segundo a seguir. Viajar só é bonito e elegante quando em primeira classe e sem cria a reboque... eu a sério que não nasci para ser pobre...
Portugal, here we come!
Saímos de Phoenix amnhã, às 7:05 (hora local, amigos, sempre hora local), saímos de Newark às 18:55, e com sorte, bons ventos, um bom capitão, e a mecânica da TAP nos trinques, aterraremos no Porto às 7:00.
É também por isso que tenho andado tão por fora destas lides. Tenho tantas, mas tantas, mas tantas coisas para fazer/empacotar/comprar/emalar/emailar/coordenar/lavar/dobrar/listar/...
Bolas, que nunca mais inventam aquelas coisas do Star Trek para um gajo estar num sítio num minuto e noutro no segundo a seguir. Viajar só é bonito e elegante quando em primeira classe e sem cria a reboque... eu a sério que não nasci para ser pobre...
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Vida de emigrante
Das delícias de ter uma filha bilingue #5
Quiçá fruto do meu desconhecimento do que por terras lusas se faz quanto ao polimento da criançada, é daquelas coisas que aprecio nos americanos (se for o caso, desculpai-me e por favor atribuí esta minha admiração desfasa ao emigrantamento e corrigi-me meigamente, afinal hoje é Domingo): o treino para a cortesia.
Sempre que pede alguma coisa, seja água, uma "chacha" (bolacha, ah pois!), ou o Pocoyo, a minha filha sabe que tem de usar a palavra mágica (reconhecendo mesmo a expressão quando a afoiteza leva a melhor e por isso repete, sem sinais de esmorecimento, o que quer que deseja naquele momento). Nunca lhe tendo ensinado "por favor" ou "se faz favor", lá vai dizendo um "pizzzzzzzzzzzzzse" que me soa ao mais delicado dos "please".
Mas ontem ao jantar saiu-se com outra igualmente engraçada, expressão que o marido, que a levou para uma manhã de daddy-bunny fun time at the zoo, disse ter sido corrente ao longo do dia.
A minha filha, coisa linda desta mãe, a dois dias de fazer dois anos e quatro meses, depois de obter o que quer, diz:
"Thank you much". Assim, sem ser preciso escrever foneticamente e tudo.
(Já faltou mais para este se tornar um baby blog... Vale-me o surrealismo que me permite ir negando, quanto mais não seja a mim mesma...)
Sempre que pede alguma coisa, seja água, uma "chacha" (bolacha, ah pois!), ou o Pocoyo, a minha filha sabe que tem de usar a palavra mágica (reconhecendo mesmo a expressão quando a afoiteza leva a melhor e por isso repete, sem sinais de esmorecimento, o que quer que deseja naquele momento). Nunca lhe tendo ensinado "por favor" ou "se faz favor", lá vai dizendo um "pizzzzzzzzzzzzzse" que me soa ao mais delicado dos "please".
Mas ontem ao jantar saiu-se com outra igualmente engraçada, expressão que o marido, que a levou para uma manhã de daddy-bunny fun time at the zoo, disse ter sido corrente ao longo do dia.
A minha filha, coisa linda desta mãe, a dois dias de fazer dois anos e quatro meses, depois de obter o que quer, diz:
"Thank you much". Assim, sem ser preciso escrever foneticamente e tudo.
(Já faltou mais para este se tornar um baby blog... Vale-me o surrealismo que me permite ir negando, quanto mais não seja a mim mesma...)
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Filhos
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Uma questão de expectativas, hoje faz sol (o que, a bem dizer, não é novidade nenhuma)
Maria, ocupada até às orelhas na preparação das suas aulas de macroeconomia, persiste na sua tentativa de vos ensinar qualquer coisinha de economia.
Desta feita, e uma vez que estou a escrever um capítulo sobre a génese da macroeconomia (zzzzzzz zzzzzzzzz), trago-vos um ensinamento p'rá vida (ainda por cima tem a mania).
E vem isto a propósito do conceito de expectativas racionais, cunhado por Robert Lucas na década de 70. Lucas, talvez Bob para os amigos (raio de nome para se chamar ao vencedor do Prémio Nobel da Economia de 1995), estendeu o conceito de racionalidade dos agentes vulgarmente usado na microeconomia e adaptou-o à macroeconomia sob a forma de expectativas racionais, segundo o qual as pessoas eventualmente se apercebem do modelo económico usado pelo governo e portanto antecipam as suas medidas. Se, por exemplo, o governo resolver aumentar a oferta de moeda para reduzir o desemprego, esta medida só funciona se o aumento for superior ao esperado ou completamente inesperado. Só os choques monetários inesperados ou a sua componente inesperada podem ter efeitos reais (sobre o emprego, produto, coisas assim que não tenham a ver com preços).
Mas isto seria apenas blá blá económico (interessantíssimo, apesar de tudo), não fosse a lição de vida que aqui vos trago.
Ora!
Desta feita, e uma vez que estou a escrever um capítulo sobre a génese da macroeconomia (zzzzzzz zzzzzzzzz), trago-vos um ensinamento p'rá vida (ainda por cima tem a mania).
E vem isto a propósito do conceito de expectativas racionais, cunhado por Robert Lucas na década de 70. Lucas, talvez Bob para os amigos (raio de nome para se chamar ao vencedor do Prémio Nobel da Economia de 1995), estendeu o conceito de racionalidade dos agentes vulgarmente usado na microeconomia e adaptou-o à macroeconomia sob a forma de expectativas racionais, segundo o qual as pessoas eventualmente se apercebem do modelo económico usado pelo governo e portanto antecipam as suas medidas. Se, por exemplo, o governo resolver aumentar a oferta de moeda para reduzir o desemprego, esta medida só funciona se o aumento for superior ao esperado ou completamente inesperado. Só os choques monetários inesperados ou a sua componente inesperada podem ter efeitos reais (sobre o emprego, produto, coisas assim que não tenham a ver com preços).
Mas isto seria apenas blá blá económico (interessantíssimo, apesar de tudo), não fosse a lição de vida que aqui vos trago.
Quando, em 1988, Lucas se divorciou da sua mulher, ela incluiu nos termos do divórcio uma cláusula que estabelecia que 50% dos ganhos que ele recebesse com a atribuição do Prémio Nobel seriam dela, cláusula essa que expirava a 31 de Outubro de 1995. Lucas ganhou o prémio a 10 de Outubro desse ano. Uma piada entre os economistas é que a ex-mulher do Lucas, Rita, tinha expectativas racionais.Estais atentos?E agora?
Ora!
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Economismos
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Há quem cante os parabéns e há quem bata palmas
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Maria Bê
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Outros blogs
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Das delícias ter uma filha bilingue #4, Uma cowé uma vaca!
Descobri recentemente via Monsieur Bolacha, que consegue tudo da cria sem que esta pareça uma encarnação da menina do exorcista, que posso usar o iBicho para me ajudar a vestir a criatura e a mudar-lhe a fralda (não vou dizer que também já descobri o truque do Pocoyo para lhe dar a papa de manhã porque, como sei que este blog é lido por quem entende destas coisas e eu acho que ainda posso esconder a minha falta de habilidade por mais algum tempo, pumba, não digo nada). Sou uma mãe horrível e prometo ir autoflagelar-me só um bocadinho assim que acabar de escrever este texto.
Hoje de manhã, cria desnuda no muda fraldas. Tem o meu telefone na mão e já viu o Twinkle Twinkle Little Star, que adora e chama "couuxas" três vezes. Como estamos a usar a app do Youtube, quando acaba o filme aparece uma lista de possíveis interesses. Um deles é o Old MacDonald (had a farm, ia-ia-oooo!). E moça pede "cow, cow, mamã". Ante o meu ar confuso, explica: "vaca".
Coisa linda desta mãe!
Hoje de manhã, cria desnuda no muda fraldas. Tem o meu telefone na mão e já viu o Twinkle Twinkle Little Star, que adora e chama "couuxas" três vezes. Como estamos a usar a app do Youtube, quando acaba o filme aparece uma lista de possíveis interesses. Um deles é o Old MacDonald (had a farm, ia-ia-oooo!). E moça pede "cow, cow, mamã". Ante o meu ar confuso, explica: "vaca".
Coisa linda desta mãe!
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Maria Bê
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