segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Se não os podes vencer junta-te a eles


Jack-o-lantern, 31 de Outubro, 2011*

Os treats em vez dos tricks, 31 de Outubro, 2011

Ai que medo!!!!!, 31 de Outubro, 2011
* Sim, fui eu quem esculpiu.

Animatronics assustadoras

Cá na neighborhood foi assim:


"I need a victim, no, I mean I need a guinea pig, no, I mean, a patient, oh just somebody lie down and close your eyes"
(este senhor aqui)




"I can't feel my legs, I can't feel my legs!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!"

Boo!

Se moras na América, se moras nos subúrbios da América, se moras numa neighborhood nos subúrbios da América onde a malta não mais que fazer, se moras em Awhatukee e sabes que a tua rua vai ser visitada por gentes de outras neighborhoods que vêm curtir o trick or treat na neighborhood nos subúrbios da América onde a malta não mais que fazer, provavelmente moras na minha rua.

Boo! Casa dos vizinhos da frente, 30 de Outubro, 2011

Casa II, 30 de Outubro, 2011

Casa III, Para quem gosta da Disney, 30 de Outubro, 2001

Casa IV, 30 de Outubro, 2011

Casa IV, Ghost in palmtree, 30 de Outubro, 2011

Casa IV, Skeleton, 30 de Outubro, 2011

Casa IV, Spider, 30 de Outubro, 2011

Casa V, Awesomest House, 30 de Outubro, 2011

Casa V, Hissing cat and skeleton hands, 30 de Outubro, 2011

Casa V, Mad Scientist (Animatronic), 30 de Outubro, 2011

Casa V, The witch is in (podia ser título do blog), 30 de Outubro, 2011

Casa V, Mummy, 30 de Outubro, 2011

Casa V, Spider, 30 de Outubro, 2011

Casa VI, 30 de Outubro, 2011

Casa VII, 30 de Outubro, 2011

Casa VIII, 30 de Outubro, 2011

Casa IX, 30 de Outubro, 2011

Casa IX, Lit up eye balls, 30 de Outubro, 2011

Casa X, 30 de Outubro, 2011

Casa XI, 30 de Outubro, 2011

Casa XII, 30 de Outubro, 2011

Casa XII, Scary Clown, 30 de Outubro, 2011

Casa XII, Skulls and skeleton, 30 de Outubro, 2011

Casa XIII, 30 de Outubro, 2011

Nota: Aqui estão casas em apenas metade da rua.

domingo, 30 de outubro de 2011

Este texto tem palavras a mais, uma definição

Hoje, enquanto recortava o perfil de uma bruxa para o Halloween, o queixo dela recordou-me o teu e então pensei em ti com carinho.

Heheheheheheheheh...

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Serviço Público: Lisboa vista pela Audi

Eu não sei se já aqui disse, mas adoro Lisboa, e até (muita) pena de, entre outras coisas, não ter estudado lá. Palco de tantas aventuras, até mesmo de um amor de vida, Lisboa é um bocadinho minha.
Vista pela Audi, aqui.
Quem sabe um dia?

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Serviço Público: A short introduction to living in Portugal 1/2

Só para aqueles mais preguiçosos e/ou que não quiseram ler o texto todo, tenho mesmo mesmo mesmo de vos vir aqui trazer uma pérola que, de tão bem apanhada, não merece ver todo seu brilhantismo (ou pelo menos parte dele) votado ao abandono, ao esquecimento, à ignorância. Aqui está, devidamente formatada, centrada e bem italicizada para que não percais nem uma gotinha deste néctar tão sapiente:

Confesso só aqui, algo em surdina para que nem todos me ouçam, que não percebi bem se este artigo tinha como objectivo trazer malta até à Lusolândia ou dizer-lhe um vade retro. Às vezes fico assim, confusa.

Serviço Público: A short introduction to living in Portugal

Yeah, right!
Cof, cof, sorry, quero dizer, desculpai este meu instante de confusão linguística.
Estava moi passeando por meu Facebook (Maria tem facebook, senão como se inteirar das notícias da sua centena de amigos mais próximos (são 124, caramba, que eu conheço tanta gente!!!) quando viu, pelo Portugal Daily View (sou friend do Vítor da Bica, o tal que é... mesmo uma simpatia), uma notícia, que não sendo necessariamente de interesse para todos os mui queridos e de companhia tão sobejamente apreciada leitores, será de interesse para um. Perdão, uma. Que virá, de armas e bagagens, ainda que não saiba se também trará seu tão famoso sofá, de Berlim.
Assim, não vá mais alguém precisar de uma pequena introdução ao viver em Portugal, ou conhecer quem precise, aqui está.
Quem é amiga, quem é? You're welcome (o bicho está em inglês).

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Sabes que estás nos EUA quando... #3

(Para a Rita Maria, outra apreciadora do kitsch)
Quando vês, numa mesma varanda, a cabeça de um veado, um bird-feeder, e um flamingo:

The Links, Raleigh, NC, 29 de Agosto, 2006

The Links, Raleigh, NC, 29 de Agosto, 2006

Tirei estas fotografias no dia em que deixei Raleigh, na Carolina do Norte, e voltei para/a Portugal. Marido tinha defendido a sua tese no dia anterior e mais tarde rumaria à Virgínia (salvo seja). Este apartamento ficava num club de golf, inclusive tivemos de assinar uma declaração em como se fôssemos atingidos por uma bola a responsabilidade era nossa (vamos discutir bad timing?). Muito engraçado o sítio (bolas, pá, no meu tempo num tinha piscina interior!!!!).

Sabes que estás nos EUA quando... #2

Foi precisamente no dia 1 de Outubro (do corrente, não adorais esta expressão?) que eu, deambulando pelos corredores do Target (ler "targuét", como alvo, e não "targé", como em franciú), que é uma espécie de supermercado/hipermercado/Continente misturado com Rádio Popular ou Worten, que tem desde adubos a bicicletas, vitaminas a roupas e calçado, bolachas a cartões/postais, me deparei com um escaparate mais temático. Pois é, se Dezembro é o mês oficial do Natal, Outubro é o mês oficial do Halloween, tradição que se não estou em erro já foi importada para Portugal e agora é ver os putos, não bastasse o Carnaval, andar a bater de porta em porta, ou pelo menos mascarados, a dizer "doçura ou travessura", expressão que eu não sei bem se já ouvi em algum lado ou se é fruto da minha (falta de) capacidade para a tradução. Andava então eu toda lampeira a passear pelo Target, lista mental de compras em riste (mental, amigos, mental), quando vi estes adornos tão... assustadores?
É que, amigos, a malta usa mesmo destas coisas, não pensais por um momento, sequer um instante, que a malta por cá se limita à indumentária mais horrífica, à escultura das abóboras, nã, esta malta por cá eleva a coisa a todo um nível que a nós, gente mais comedida e eventualmente de melhor gosto, passa completamente ao lado.
Para hoje, que já falta menos de uma semana, recomendo um colar. Talvez também um anel, mas nada de exageros, que a fashion Crise Outono-Inverno 2011 se requer contida e depurada.

Acessórios: brincos, anéis, e colares, Target, 1 de Outubro, 2011

Colares: pormenor, Target, 1 de Outubro, 2011

Anéis: pormenor, Target, 1 de Outubro, 2011

Baby fashion, Target, 1 de Outubro, 2011

Baby fashion: pormenor, Target, 1 de Outubro, 2011

Nota da confeitaria: Eu nunca disse que não tinha pretensões a ter um fashion blog, portanto cá está, e aviso desde já que isto é só o começo. Mi aguarde!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Sabes que estás nos EUA quando...

Quando... já lá vamos.
E antes de lá irmos, seja "lá" onde for, esteja onde estiver, convém que vos diga o porquê desta nova rubrica. O nome, "sabes que estás nos EUA quando...", é self-explanatory, inglesismo que eu botei aqui porque achei que era apropriado dado o tema da rubrica.
É que há coisas que eu vou vendo, algumas delas até vou fotografando na expectativa de arranjar uma nesga de tempo para vos cá vir saudar, que me fazem pensar "epá, estás mesmo na América" que, dentro da minha cabeça, sabe-se lá por obra de quê ou de quem, tem um sotaque meio portuense, meio bracarense, meio aparvalhado, e então "América" soa mais ou menos como "ameiricâ", coisa que por estes lados se escreveria foneticamente como "ameiricuh", infantilidade à qual não resisti por causa da extremidade por ali metida.
Ora a estalada da testa de hoje foi a existência de casas de bonecas étnicas, coisa que até faz muito sentido, faz sim senhor (ou senhora!) mas a que, por estar na terra onde o politicamente correcto me entra por todos os orifícios sem pedir licença ou agradecer no fim, achei piada.

Fisher-Price My First Dollhouse (caucasian family)

Fisher-Price My First Dollhouse (african-american family)

Acho que faz todo o sentido que haja bonecos étnicos, e só tenho pena de não ter encontrado uns asiáticos, que os deve haver, para os pôr aqui. Acho excelente que os meninos possam brincar com brinquedos que tenham a sua cor, o seu formato de olhos, o seu tipo de cabelo (estou a lembrar-me de um livro de uma amiguinha da minha filha, a T., que é sobre o quão lindos são os seus cabelinhos encaracolados, e que são mesmo, e fofinhos). Assim como com os outros.
E agora poderia lançar-me num interessantíssimo exercício de sociologia, economia, e sei lá mais que "...ia" sobre o assunto, mas helás, não temos tempo (que quase me atrevo a dizer, felizmente).

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Flores à Sexta

À Sexta, uma flor. Quase escrevi "para as minhas flores" mas achei que era piroso e uma gaja tem limites na sua tendência para a pinderiquice. Mas teria sido fofinho.
Hoje de manhã, cerca das oito e meia, no regresso a casa depois de ter deixado a cria na escola, esperava-me, no jardim do vizinho e tendo por companhia umas tantas abelhas que zumbiam os seus zzzzs e assim espantavam os curiosos de uma aproximação mais íntima (isso e os picos do cacto):

Flor do vizinho, 21 de Outubro, 2011

Flor do vizinho, 21 de Outubro, 2011
Bom fim de semana! Com flores, com ondas do mar, ou no sofá com um pacote de bolachas ao lado.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Integridade académica à vista

Hoje, o título de uma notícia do Público: Metade dos estudantes do superior admite já ter plagiado em trabalhos académicos. A notícia completa, a cujo conteúdo completo não consigo aceder por não ser assinante do jornal, promete. Quer-se dizer, promete e não promete.
A explicação do título,"Dados do estudo "Integridade Académica em Portugal"" já me diz tudo e suponho que a versão online ou no jornal impresso não vá mais longe. Alguém estudou, alguém inquiriu exaustivamente os alunos e mais de metade destes admitiu já ter praticado um acto de fraude académica:
"De acordo com o estudo Integridade Académica em Portugal, a prática mais comum entre os universitários é a "reciclagem" de um ensaio ou trabalho feito anteriormente para outra disciplina e entregue como se de material original se tratasse. Há 45,6% que admitem já ter usado esta estratégia, um pouco mais do que aqueles que submeteram trabalhos omitindo referências bibliográficas (42,1%). Entre as práticas mais comuns encontram-se ainda a submissão de artigos com citações que não surgem discriminadas na bibliografia ou a citação inadequada de fontes bibliográficas." 
E por uma mera análise estatística eu suponho que se fique o artigo. Porque, infelizmente, eu não conheço nenhum código (universitário) académico no qual estejam clarificadas as punições a atribuir consante o erro. Plagiou, esqueceu uma fonte, copiou num exame usando o "espírito santo de orelha" ou trazendo uma cábula, vulgo copianço, de casa, tudo isto são crimes diferentes e, penso eu, puníveis de forma diferente.
Há um conjunto de artigos interessantíssimo que analisa (e aqui peço desculpa se não for exactamente assim, está a falhar-me um pouco a memória) a propensão para a marginalidade e o grau de educação do executante. Controlando para várias variáveis, uma conclusão do estudo é que quem mais pratica o crime é quem tem menos a perder. Observação extraordinariamente apelativa, intuitiva, lógica, e o que mais: a pessoa capaz do maior acto criminoso é aquela que não tem nada a perder. Faz sentido, e ainda por cima é óbvio.
Ora no caso dos alunos, eles têm muito pouco a perder ao praticarem qualquer tipo de acto de fraude académica. Normalmente levam uma sapatada verbal na mãozinha, uma descompostura, e um "vá lá para casa trabalhar nisso e volte daqui a dois dias".
O que é preciso é responsabilizar os alunos e dizer-lhes que isso não está bem, que é desonesto, e que actos assim (há uns piores que os outros, vá!, pessoalmente vejo um copianço trazido de casa como uma coisa bem pior do que um "bolas, dá-me a resposta à pergunta 6, talvez me incomode o planeamento versus o aperto do momento). É preciso mostrar e fazer sentir no couro que quem se propõe à desonestidade, em alguns casos flagrantemente continuada, tem de sofrer as consequências, nomeadamente um apontamento no seu certificado de habilitações, ou no limite a expulsão.
Nas minhas aulas, logo no primeiro dia e ao longo do ano (e com mais veemência durante os testes), aviso os alunos: actos de fraude académica serão punidos com a imediata reprovação à disciplina. Alguns colegas acham que sou má, "ai és tão má" tipicamente acompanhada por um sorriso palerma. Não me parece mal, afinal o regulamento da universidade diz caber em primeiro lugar ao professor a resolução da questão (regulamento esse que remete para um código de conduta académica inexistente). E também acho que o meu papel enquanto formadora é o de educar para a cidadania (ou que quer que esta coisa signifique) e não me demitir deste papel só porque "já estamos na universidade". Chegam-nos às mãos ainda meninos, o que são 18 anitos hoje em dia? Mas são meninos engenhosos, ah se são, e sabedores, e manipuladores. E, infelizmente, ao que parece, com tendência para a fraude.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Coisas boas de se fazer anos em dois continentes #8

(não sendo já mais dia 17 em lado nenhum do mundo, é dia 18, de modo que é altura de vir contar alguns pormenores do dia, nomeadamente o que interessa mesmo, e que são os presentes. Ah eu não ligo nada a isso, o que importa são os beijinhos e os xis e os mimos. Tretas. Venham os presentes.).

Uma das coisas boas de se fazer anos longe é relembrá-lo à famelga até à exaustão, porém com o detalhe utilitário de se acentuar o cariz solitário da celebração longe da qual nada é tão feliz, pelo menos da que me é próxima e que me faz falta todos os dias mas ainda mais em alguns. Daí que tenha vindo de casa com presentinho embrulhado, coitada da Z. que vai na minha conversa e não nega nada à sobrinha querida. Uma camisola, perdão pullover muito giro, cinzento, aos corações cor-de-rosa, que comprámos juntas numa sessão de shopping.
Mas não foi só de uma camisola que se fez a minha lista de presentes.
Sogra querida, bem levada pelo marido que me sabe fã de pipocas, deu-me uma popcorn popper, ou máquina de pipocar, que as faz com ar, sem necessidade de óleo ou panelas/tachos sujos. Bem podeis dizer que também o micro-ondas as popa (do verbo popar), mas o meu anda a queimá-las e a menina não gosta. E com a máquina veio um frasco de milho (a sério, a minha sogra não existe!) e ainda o mais recente livro do Daniel Silva, que eu já por cá confessei ser um dos meus guilty pleasures.
E mais, e mais?
(calma, estou a fazer suspense)
Mamãe, também bem treinada por moi même, ofereceu a sua filha bolacha meio relógio (sou filha atenta aos cortes orçamentais nacionais e não gosto que deite os seus aeurios à rua sem mais nem quê). Pormenor do relógio e coisa que eu tenho andado para cá vir comentar com V. Exas., em pleno processo de auto-análise que me leva a chegar até ao centro das minhas angústias, manias, teimas, e idiossincrasias (foi para rimar, notaram?), é dourado. Dourado, assim como o ouro amarelo (não do branco, que é d'ouro mas prateado, coisa que não faz assim muito sentido mas enfim, é bonito). É dourado. E depois? E depois... eu não sou gaja de dourados, pá. Eu sou calça de ganga, t-shirt branca, e sapatilhas (ténis). Eu sou relógio prateado, brincos em zircónia tipo solitários. Eu sou rabo de cavalo, batom de cieiro. Eu sou aquela que se funde com a paisagem e não a que a decora. Cheira-me a post...
E o amantíssimo esposo, Maria, que foi que te deu?
(pois ainda não estou bem em mim com o choque)
Vindas as bolachas exigidas pela madame e sem as quais seria automaticamente vedado o acesso do senhor ao leito conjugal, vindas ainda umas bolachas que dito senhor, dando asas à criatividade decidiu ofertar, com nozes da macadâmia e chocolate branco e às quais sua senhora, purista por convicção, partido político, e fé, torceu o nariz, eis que chegou a surpresa maior.
(a sério que ainda não me refiz)
Marido ofereceu-me uma garrafa de cachaça.
A sério.
Amantíssimo esposo de Maria há dias foi comprar scotch whisky e, lembrando-se que eu lhe tinha dito que queria beber umas caipirinhas e que portanto por favor comprasse cachaça quando fosse à loja, pumba, viu encontrado o meu presente. Diga-se em abono de boa vontade do senhor que a garrafa que comprou é exactamente igual a uma que eu trouxe do Brasil em 2001 e que tive de deixar para trás numa mudança porque era proibido o transporte de bebidas alcoólicas.
Mas bolas, faço 36 anos e o gajo dá-me uma garrafa de cachaça?!
Ainda não sei o que pensar. Aceito ajudas, sou jovem impressionável e de feitio facilmente moldável à opinião alheia.
Pelo sim pelo não deixei-o dormir na nossa cama, mas desconfio que preciso rever esta posição.

Coisas boas de se fazer anos em dois continentes #7 1/2

É chegar à cama, noitinha já (dez e qualquer coisa, aqui os dias começam e acabam cedo), e encontrar no reader um post todo, todo, todinho, cada vírgula, cada ponto final, cada hyperlink, cada maiúscula, cada minúscula, todo para mim. 
Foi coisa para derreter ainda mais um coração que se sentia já tão abraçado e beijado com a repenicação possível e desejável. 
Foi coisa para fechar o dia com chave de ouro, a sério que foi.
E foi coisa para estender um pouco mais o meu dia, coisa que não é para todos mas eu aguento, a sério que aguento.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Coisas boas de se fazer anos em dois continentes #6

Fazer contas e perceber que se fez anos em mais do que dois, a saber pelas Áfricas, com as bolachinhas da Ruiva, e pelas Oceanias, com beijos da Austrália e da Nova Zelândia.
Ah, fartura...
E sei também que se um dia por lá andar não durmo na rua. Há que ver sempre tudo sob várias perspectivas.